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Ibovespa futuro abre em queda com incertezas sobre a Ucrânia

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Ibovespa futuro abre em queda com incertezas sobre a Ucrânia

Ibovespa futuro segue exterior cauteloso e cai levemente, com investidores monitorando possíveis acordos entre Rússia e Ucrânia

Ibovespa futuro abre em queda com incertezas sobre a Ucrânia
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 3 de março– O Ibovespa futuro recua na manhã desta quinta-feira, refletindo o sentimento de aversão ao risco dos investidores no mercado global em meio à guerra entre Ucrânia e Rússia na Europa.

Por volta das 9h20, o Ibovespa futuro recuava 0,16% a 116.410 pontos, enquanto o dólar futuro operava estável, cotado a R$5,141, enquanto os contratos de juros futuros apresentavam alta de até 15 pontos-base em todos os seus vencimentos, com a elevação nos preços das commodities e expectativa de uma maior inflação no futuro.

O mercado internacional ainda segue repercutindo os desdobramentos do conflito entre Ucrânia e Rússia. Os investidores monitoram possíveis acordos que podem acontecer entre as duas nações e seguem na esperança de uma solução diplomática nos próximos dias.

Uma possível conversa entre as duas nações deu uma aliviada no sentimento dos investidores na sessão anterior. Porém, a incerteza sobre as reais consequências do conflito para o mercado de commodities continua elevada, com os futuros do petróleo Brent chegando a renovar máxima mais uma vez durante a madrugada, alcançando US$119, maior valor desde 2014.

O mercado brasileiro, na contramão de outras economias do mundo, é favorecido por essa incerteza global sobre a possível restrição da oferta de commodities. O forte peso das mineradoras e petroleiras – que se beneficiam com a alta de commodities – no principal índice da bolsa brasileira, faz o Ibovespa acumular alta de mais de 3% desde o início do conflito armado.

Mercado americano

Além da tensão geopolítica, os investidores monitoram as falas de representantes do Federal Reserve, banco central americano, sobre os próximos passos da política monetária da maior economia do mundo.

Em pronunciamento feito ontem, o presidente do Fed, Jerome Powell, argumentou que a autarquia terá cautela em sua decisão de alta de juros na próxima reunião para que não gere incerteza nos mercados. Ainda em pronunciamento, afirmou que vai propor alta de 25 pontos-base para o juro em março, e não 50 pontos-base como outros representantes da autarquia já especularam.

Os índices futuros das bolsas americanas operavam estáveis, enquanto o pré-mercado em Nova York mostrava alta de 2,05% nas ADRs da Vale e de 0,75% nas ADRs da Petrobras.

Texto: Gabriel Brondi
Edição: Allan Ravagnani
Imagem: Mover

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