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Ibovespa futuro sobe na expectativa pela ata do banco central americano

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Ibovespa futuro sobe na expectativa pela ata do banco central americano

Ibovespa futuro abre em alta, mas índice pode ter dia de volatilidade, com possíveis pistas sobre cronograma de elevação dos juros nos EUA

Ibovespa futuro sobe na expectativa pela ata do banco central americano
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 5 de janeiro – O Ibovespa futuro iniciou a sessão em alta, mas pode apresentar volatilidade ao longo do dia diante dos mercados mistos no exterior e à espera da ata da última reunião do Federal Reserve, banco central americano. Internamente, as atenções seguem voltadas para os riscos fiscais.

Por volta das 9h10, o Ibovespa futuro registrava alta de 0,10% aos 104.555 pontos. No mercado de câmbio, o dólar futuro apresentava recuo de 0,24%, negociado a R$ 5,699. As taxas dos contratos futuros de juros operam em queda de até 5 pontos-base.

A ata do FOMC, Comitê de Mercado Aberto do banco central dos EUA, poderá trazer mais pistas sobre o cronograma de elevação dos juros e de endurecimento monetário que o Fed implementará em 2022.

Nesse cenário, rendimentos dos títulos do Tesouro começaram o ano em forte alta, disparando uma rotação setorial na bolsa americana que ontem puniu empresas de tecnologia, levando o Nasdaq 100 a fechar em forte queda enquanto o Dow Jones renovava recorde.

Cenário macro

O avanço da variante ômicron do coronavírus pelo mundo, principalmente nos Estados Unidos, ainda chama a atenção dos investidores e coloca em dúvida uma possível retomada definitiva da economia global.

No Brasil, os dados de inflação ao produtor, que desacelerou mais do que previa o mercado, podem fazer preço. Mas o foco principal do investidor é em relação aos riscos fiscais e à possível greve dos servidores públicos por reajuste salarial.

Para a abertura do mercado à vista, investidores ficavam de olho na abertura dos papéis da Petrobras, cujos recebidos negociados no pré-mercado em Nova York operavam em alta de 2,30% e as ADRs da Vale subiam 0,96%.

Texto: Eduardo Puccioni
Edição: Allan Ravagnani e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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