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Ibovespa ignora exterior e avança aos 108 mil pontos; no radar, inflação Zona do Euro, ata BCE, balanços: Espresso

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Ibovespa ignora exterior e avança aos 108 mil pontos; no radar, inflação Zona do Euro, ata BCE, balanços: Espresso

Na contramão de Nova York, o Ibovespa marca a quinta alta em sete sessões, com destaque para a Vale e os setores imobiliário e de consumo

Ibovespa ignora exterior e avança aos 108 mil pontos; no radar, inflação Zona do Euro, ata BCE, balanços: Espresso
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 19 de janeiro– O Ibovespa registrou a maior alta em uma semana, com destaque para papéis do setor imobiliário, que subiram na esteira do recuo dos vértices da curva de juros, enquanto os contratos de dólar futuro tiveram a maior queda intradiária no ano, na esteira da entrevista do ex-presidente Lula, que acenou à possibilidade de ter o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como vice em eventual chapa presidencial. O câmbio também foi beneficiado pela performance negativa do índice Dólar DXY no exterior.

Já a cautela com um maior aperto monetário pelo Federal Reserve estragou o dia das bolsas americanas. O mercado também fica atento ao avanço do coronavírus, com informação de que o Brasil registrou 204.854 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, um novo recorde diário.

Sucessão de quedas

As bolsas dos Estados Unidos encerraram mais uma sessão no vermelho, ainda prejudicadas pelo temor com o aperto da política monetária do Federal Reserve, com possibilidade de alta dos juros já em março. O Dow Jones caiu 0,96%, o S&P500, 0,97% e o Nasdaq 100, 1,07%.

Apesar de ter recuado hoje em 3 pontos-base, o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos permanece em patamares elevados. Já o petróleo Brent e o WTI para março subiram 1,06% e 1,14%, respectivamente, para as máximas em sete anos, após interrupção de oleoduto na Turquia.

Às vésperas de completar um ano na presidência dos Estados Unidos, Joe Biden concedeu coletiva de imprensa, nesta quarta-feira, na Casa Branca, onde se concentrou na escalada de preços na economia norte-americana, embora tenha sustentado a independência do Federal Reserve, a quem compete garantir que preços altos não sejam enraizados no país.

Segundo ele, conforme necessário, é apropriado que Fed recalibre seu apoio monetário. Ele também disse que será um desastre para a Rússia caso a invasão à Ucrânia se concretize, com pesadas consequências.

Ibovespa na contramão de Nova York

No entanto, mesmo com a aversão ao risco dos Estados Unidos, o Ibovespa conseguiu marcar a quinta alta em sete sessões, subindo 1,26%, a 108.013 pontos. A Vale, que liderou os ganhos em pontos, e o setor imobiliário e de consumo, refletindo a queda de até 21 pontos-base da curva de juros hoje, impulsionaram o índice.

O dólar futuro também recuou, em 2,28%, em linha com desvalorização global da moeda, encerrando cotado a R$5,454, no menor nível desde setembro.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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