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Ibovespa luta para manter patamar dos 101 mil pontos com forte aversão ao risco

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Ibovespa luta para manter patamar dos 101 mil pontos com forte aversão ao risco

Após a divulgação da ata do FOMC e com receios fiscais no cenário local, o Ibovespa derrete 2,42%, segurando os 101 mil pontos

Ibovespa luta para manter patamar dos 101 mil pontos com forte aversão ao risco
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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 5 de janeiro– O Ibovespa segue sem conseguir emplacar uma sessão positiva no ano e quase perdeu o patamar dos 101 mil pontos nesta quarta-feira, mais um dia de queda, com aumento da aversão ao risco após a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, o banco central americano, e receios fiscais no cenário doméstico.

O índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo caiu 2,42%, a 101.005 pontos, em linha com a queda dos mercados nos Estados Unidos. O Dow Jones reverteu os ganhos e fechou em baixa de 1,07%, o S&P500 caiu 1,94%, e o Nasdaq 100, 3,12%.

As ações ordinárias (PETR3) e preferenciais (PETR4) da Petrobras pesaram no índice brasileiro, com quedas de 4,10% e 3,87%, respectivamente. Empresas ligadas ao setor de tecnologia também derreteram nos EUA em meio à alta dos juros longos americanos.

O papel ordinário da Locaweb (LWSA3) liderou as perdas percentuais do Ibovespa a 12,78%, impactado pela curva ascendente da curva de juros americana e seguindo a tendência do setor aqui e no exterior. Na sequência, a ordinária da PetroRio (PRIO3) caiu 10,76%, e a do Grupo Soma (SOMA3), 9,54%.

Na outra ponta, as quatro ações em alta na sessão foram as ordinárias da BRF (BRFS3) e da Vale (VALE3), com ganhos respectivos de 1,25% e 0,95%, e as preferenciais do Banco Pan (BPAN4), 0,32% e da Bradespar (BRAP4), 0,24%.

Ata do Fed e riscos fiscais

A bolsa brasileira acelerou a queda após a ata do Fed indicar um aperto das condições de liquidez inesperado pelo mercado, com discussões sobre aceleração da alta dos juros e redução do balanço do banco central americano.

Ainda no cenário doméstico, investidores monitoram riscos fiscais, com as pressões por reajustes salariais na elite do funcionalismo público em um ano eleitoral.

Texto: Clara Guimarães
Edição: Gabriela Guedes e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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