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Ibovespa recua mesmo após virada de Wall Street; no radar, balanços, Ucrânia: Espresso

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Ibovespa recua mesmo após virada de Wall Street; no radar, balanços, Ucrânia: Espresso

As bolsas americanas reverteram as perdas do dia, enquanto o Ibovespa voltou aos 107 mil pontos, contaminado pela aversão ao risco global

Ibovespa recua mesmo após virada de Wall Street; no radar, balanços, Ucrânia: Espresso
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 24 de janeiro– O Ibovespa encerrou a primeira sessão da semana em queda, acompanhando a aversão ao risco no exterior, mas ainda conseguindo se desfazer das mínimas intradiárias, após a virada nos Estados Unidos.

Os contratos de dólar futuro encerraram em alta, mesmo após intervenção adicional do Banco Central realizada na manhã, acompanhando a aversão ao risco e fortalecimento do índice Dólar DXY.

Em Wall Street, o dia foi de grande volatilidade, com os índices operando em forte queda ao longo da sessão, mas revertendo a trajetória na última hora. Durante boa parte do dia, Nova York refletiu os receios dos agentes com a tensões geopolíticas e diante da reunião do Federal Reserve na quarta-feira, que deve reafirmar sua postura de combate à inflação.

A virada de Nova York

Mesmo com a cautela antes de reunião para decisão de juros do Federal Reserve e com a escalada da tensão na Ucrânia, as bolsas americanas conseguiram reverter as perdas, fechando a segunda-feira em alta.

O Dow Jones subiu 0,29%, o S&P500, 0,28%, após ter atingindo mínima em seis meses durante a tarde, e o Nasdaq 100, 0,49%, com investidores aproveitando barganhas. O petróleo Brent e WTI, porém, recuaram em 1,84% e 2,15%, respectivamente, afetados pelo clima de aversão ao risco.

Ibovespa de volta aos 107 mil pontos

Seguindo essa aversão ao risco, o Ibovespa fechou a sessão em queda de 0,92% a 107.937 pontos, mesmo com a virada de Wall Street, enquanto o dólar futuro subiu 0,37% a R$5,494. Todos os índices da bolsa brasileira fecharam a sessão no campo negativo.

Já a curva de juros recuou em toda a extensão em até 11 pontos-base, embora o cenário fiscal brasileiro ainda permaneça como um fator de alerta ao mercado.

O economista André Lara Resende, um dos idealizadores do Plano Real, é um dos nomes cotados para figurar na equipe econômica do ex-presidente e pré-candidato à eleição Luiz Inácio Lula da Silva, afirmaram fontes ao Scoop by Mover.

De acordo com algumas delas, outro nome cogitado é o de Josué Gomes, atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e filho de José Alencar, que foi vice de Lula em seus dois mandatos presidenciais.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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