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Ibovespa tem primeira alta do ano; no radar, Payroll, Fed, ômicron, fiscal: Espresso

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Ibovespa tem primeira alta do ano; no radar, Payroll, Fed, ômicron, fiscal: Espresso

Impulsionado por commodities e bancos, o Ibovespa sobe 0,55%, enquanto as bolsas americanas azedaram repercutindo ainda ata do banco central

Ibovespa tem primeira alta do ano; no radar, Payroll, Fed, ômicron, fiscal: Espresso
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 6 de janeiro – O Ibovespa teve nesta quinta-feira finalmente seu primeiro pregão de alta do ano, recuperando uma pequena parte das perdas das três sessões anteriores e reduzindo o recuo na semana para 3,11%.

Com o ajuste, o mercado brasileiro se descolou das bolsas americanas, que continuam em queda, repercutindo as indicações da ata do Federal Reserve de ontem de que o aperto monetário nos Estados Unidos começará mais cedo e será maior que o previsto. Os juros longos americanos voltaram a subir, com o rendimento de dez anos encerrando o dia em 1,73%, derrubando o ouro.

Commodities e bancos ajudam Ibovespa

Ibovespa fechou o primeiro pregão positivo do ano, descolando da queda dos Estados Unidos, em ajuste e com apoio das empresas ligadas às commodities e dos bancos. O índice brasileiro subiu 0,55%, a 101.561 pontos, enquanto o dólar futuro recuou 0,36% a R$5,714.

A curva de juros fechou mista após fortes altas, com os contratos perto da estabilidade e o para janeiro de 2023 em queda de 8,5 pontos-base. Ajudou a acalmar os juros o sucesso do leilão de papéis prefixados do Tesouro, com grande procura até no papel com vencimento em 2033.

Wall Street azedo

As bolsas americanas fecharam em queda nesta quinta-feira, ainda repercutindo o tom mais duro na ata do Federal Reserve e à espera da divulgação dos dados de emprego urbano, o Payroll, amanhã.

O Dow Jones recuou 0,47% e o S&P500 e o Nasdaq 100, que ensaiam altas pela manhã, caíram 0,10% e 0,04%, respectivamente. O petróleo Brent e o WTI fecharam em altas respectivas de 1,47% e 2,06%, pela ordem, em meio a conflitos no Cazaquistão e redução da produção na Líbia. Já o ouro caiu 1,9% com a alta dos juros americanos.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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