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Ibovespa vira com ameaça ao teto; no radar, estímulos, vacinas, IPCA: Espresso

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Ibovespa vira com ameaça ao teto; no radar, estímulos, vacinas, IPCA: Espresso

O Ibovespa chegou a ensaiar a quinta alta seguida, com anúncio do início de vacinação contra Covid-19 em SP, mas perdeu força no fim do dia.

Ibovespa vira com ameaça ao teto; no radar, estímulos, vacinas, IPCA: Espresso
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Atualizado há mais de 1 ano

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São Paulo, 7 de dezembro – O Ibovespa chegou a ensaiar a quinta alta seguida, descolado da piora do humor externo e animado com o anúncio do início de vacinação contra o coronavírus em São Paulo no começo do ano, mas perdeu força no fim do dia e fechou em baixa após notícias de que estariam em estudo em Brasília medidas para driblar o Teto de Gastos no ano que vem.

Assim, apesar das negativas do Ministério da Economia, que afirmou ser contra mudanças no Teto, o Ibovespa, que caminhava para fechar acima dos 114 mil pontos pela primeira vez desde 20 de fevereiro, terminou em queda, mas ainda na casa dos 113 mil pontos e defendendo a alta de 4,09% no mês.

A presença dos estrangeiros, que já trouxeram R$2,6 bilhões para a Bovespa nos quatro primeiros dias do mês, continuou sendo destaque, com alta nos preços dos bancos e nas empresas de commodities.

Alta nos casos de Covid-19 deve pressionar Congresso americano

Para amanhã, o investidor deve ficar atento ao crescimento dos casos de Covid-19 nos Estados Unidos, que seguem crescendo, e podem levar a um número recorde diário de mortes. A piora da pandemia, por sua vez, deve pressionar os parlamentarem a aprovarem o novo pacote de estímulos no Congresso, agora com um valor mais modesto, de US$908 bilhões. As novas medidas do governo americano contra autoridades por conta da repressão em Hong Kong também podem reduzir o apetite por ações.

Expectativa de desaceleração do IPCA

Na agenda, local, o destaque amanhã será o IPCA de novembro, que deve desacelerar de 0,86% em outubro para 0,70%, mas passará de 3,92% no acumulado de 12 meses para 4,11%, acima da meta do Banco Central, de 4,0%.

A preocupação será com os núcleos do IPCA e eventuais sinais de que o choque de inflação dos alimentos está contaminando outros itens, o que exigiria mudanças na política de juros do BC. Amanhã também o Comitê de Política Monetária começa sua última reunião do ano.

Texto: TC Mover
Edição: Letícia Matsuura
Imagem: TC Mover

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