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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 29 de outubro – As incorporadoras brasileiras, em especial as voltadas para o público de médio e alto padrão, devem manter a solidez nos resultados do terceiro trimestre. O aumento dos preços compensam a inflação do setor, garantindo os lucros, apesar da queda nas vendas líquidas no período.

A Cyrela, principal nome do mercado de médio e alto padrão, e a Direcional, com seu portfólio diversificado entre baixo e médio padrão, devem mostrar os melhores resultados no período, avaliam Bradesco BBI e Santander Investment.

Os lançamentos da Cyrela no período atingiram valor geral de vendas de R$2,2 bilhões, alta de 14% na base sequencial, apesar da queda de 13% nas vendas líquidas do período.

“Acreditamos que a Cyrela vai novamente trazer fortes margens brutas ajustadas, perto de 36,5%, refletindo o sólido portfólio de projetos com margens maiores lançados nos últimos trimestres”, dizem Fanny Oreng e Pedro Fonseca, do Santander.

Para a Direcional, o otimismo vem do forte resultado da Riva, subsidiária de médio padrão da empresa, que reportou alta de 37,3% no valor geral de vendas de lançamentos e aceleração de 4,6% nas vendas líquidas contratadas ante o segundo trimestre.

Para os analistas, o destaque negativo entre as incorporadoras brasileiras deve ser a Tenda, que viu seus lançamentos e vendas líquidas sofrerem fortes quedas entre julho e setembro. A empresa é impactada pelo alto preço dos materiais, que forçaram um aumento nos valores dos imóveis e prejudicaram as vendas para seu público-alvo, que está nos primeiros níveis do programa Casa Verde e Amarela.

O Bradesco BBI estima uma queda de 1,6 ponto percentual na margem bruta da incorporadora no trimestre, para algo em torno de 25%, com “impacto da revisão dos preços das fornecedoras de aço”.

O Santander Investment vê a Eztec como destaque negativo do trimestre entre as companhias de médio-alto padrão, com os fracos resultados de lançamentos no período. A incorporadora lançou apenas um empreendimento, reacendendo “receios com o cumprimento das metas para o ano”, dizem os analistas.

Inflação atrapalha

Após um forte segundo trimestre, o setor de construção civil se vê novamente encurralado por questões macroeconômicas, como a inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção, INCC, que acumula alta de quase 12% nos últimos 12 meses. E o movimento na taxa básica de juros, a Selic, que saiu de 2% em março para os atuais 7,75%.

De modo geral, a inflação deve apresentar efeitos principalmente no volume de vendas líquidas. “Esse volume menor de vendas ainda deve ter um impacto limitado no resultado do trimestre, pois o reconhecimento da receita das unidades é gradual ao longo da construção das unidades”, afirma o analista Renan Manda, da XP.

Para Manda, a desaceleração nas vendas líquidas no período “se deve aos esforços das empresas em repassar a inflação da construção nos preços, o que implica em uma recuperação da margem bruta no médio prazo”.

“Os efeitos da inflação para as incorporadoras de médio-alto padrão são reduzidos por meio de seus recebíveis indexados ao INCC”, acrescentam os analistas Bruno Mendonça, Hugo Grassi e Pedro Lobato, do Bradesco BBI. Eles veem as margens do setor “se mantendo em níveis saudáveis”.

Para Renan Manda, da XP, “o principal ponto de atenção será na sensibilidade da demanda frente à alta marginal dos juros imobiliários e nos aumentos nos preços das unidades”.

À frente

O Bradesco BBI avalia que os números de lançamentos das comapnhias trarão melhor visibilidade no quarto trimestre, geralmente marcado por uma sazonalidade positiva para as incorporadoras.

Renan Manda vê o quarto trimestre marcado por “alta concentração de lançamentos e maior competição”.

A percepção de desaceleração da inflação, observada pelo Credit Suisse em relatório, deve dar lugar a preocupações maiores com o custo da mão de obra e a alta nas taxas de juros.

“Apesar dos múltiplos das empresas estarem mais razoáveis, ainda vemos mais riscos de queda em relação ao mercado, e mantemos preferência pelo setor de shoppings”, dizem os analistas Daniel Gasparete, Pedro Hajnal e Vanessa Quiroga.

Tenda e JHSF devem reportar seus resultados em 4 de novembro. No dia seguinte, será a vez da Iguatemi, e, no dia 8, a Direcional. Em 10 de novembro, reporta a MRV, e, no dia 11, será a vez de Cyrela, Eztec, Even e Plano&Plano.

Texto: Gustavo Boldrini
Edição: Renato Carvalho e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover

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