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Rio de Janeiro, 20 de setembro – O Banco Central deverá endurecer ainda mais a política monetária, elevando a taxa básica de juros, denominada Selic, a 9,00% em fevereiro de 2022, em meio à atividade mais fraca e contas externas piorando pelo tombo no minério de ferro, conforme relatório divulgado pelo JPMorgan, líder mundial em serviços financeiros. Essa seria a maior taxa desde o fim de 2017.

Em relatório assinado pelos economistas Cassiana Fernandez e Cristiano Souza, o banco espera por uma política monetária mantendo um ritmo de aperto de 100 pontos-base até dezembro de 2021, com a taxa básica fechando o ano em 8,25%. Eles preveem, ainda, um aumento final de 75 pontos-base em fevereiro de 2022.

JPMorgan mantém projeção para inflação

O JPMorgan manteve a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, considerado a inflação oficial brasileira, de 3,7% em 2022. Contudo, o banco alerta para risco de ser maior, diante dos problemas com a crise hídrica e o impacto nos preços da energia.

Com isso, o banco não descarta uma alta de 125 pontos-base neste momento, aguardando a reunião do Comitê de Política Monetária, Copom, que terá início nesta terça-feira. “Continuamos esperando um aumento de 100 pontos-base no Copom, uma estimativa que realizamos desde a última reunião, em linha com o consenso dos economistas e abaixo do preço de mercado que atualmente parece dividido entre 100 pontos-base e 125 pontos neste momento”, aponta o relatório.

O JPMorgan ressaltou que a autarquia deverá adotar uma estratégia de aperto para perseguir a meta inflacionária, como já afirmado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ele informou na última semana que o Copom vai levar a taxa básica de juros “aonde for preciso” para perseguir a meta de inflação. No entanto, reforçou que o BC não vai alterar o “plano de voo a cada número novo de alta frequência que saia”.

JPMorgan reduz projeções do PIB

Como consequência, o banco americano revisou para baixo a previsão de crescimento no Brasil, com o Produto Interno Bruto passando de 5,2% para 5,1% em 2021 e de 1,5% para 0,9% no próximo ano. É a segunda vez no mês que o banco diminuiu as projeções de crescimento. “Essa mudança é resultado do aperto monetário esperado, com a taxa Selic em um nível restritivo, em meio à recente turbulência fiscal e política, que também pode gerar mais pressões inflacionárias”, pontua o documento.

Por fim, em meio a esse cenário mais fraco, com as contas externas piorando pela queda no minério de ferro, o banco revisou ainda a relação entre a conta corrente e o PIB de 0,2% para -0,2% neste ano, e de 0,2% para -0,1% no próximo ano. O saldo de conta corrente passou de superávit de US$2,0 bilhões este ano para déficit de US$2,0 bilhões. E, para o ano que vem, de superávit de US$2,0 bilhões para déficit de US$1,0 bilhão.

Expectativas para balança comercial e investimento estrangeiro caem

Em boa parte, esse resultado será fruto da piora da balança comercial devido à queda das exportações de minério. A balança comercial brasileira deve fechar este ano com superávit de US$60,2 bilhões, ante projeção anterior de US$66,0 bilhões do JPMorgan. Para 2022, a estimativa passou de superávit de US$70,3 bilhões para US$62,4 bilhões.

A projeção de investimento direto estrangeiro também diminuiu. Segundo o banco, os estrangeiros devem trazer US$55,3 bilhões para o Brasil este ano, ante previsão anterior de US$57,9 bilhões. Para o ano que vem, a entrada deve cair de US$59,6 bilhões para US$56,1 bilhões. Mesmo assim, o investimento direto seguirá financiando com folga o déficit externo do país, que continuará baixo em relação ao PIB.

Texto: Cintia Thomaz
Edição: Angelo Pavini, Letícia Matsuura e Fernanda de Almeida
Arte: Vinícius Martins / Mover


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