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Brasília, 13 de setembro – O Banco Central deve endurecer ainda mais a sua política monetária, em meio à escalada de preços observada no país e preocupações fiscais, e elevar a taxa básica de juros, a chamada taxa Selic, à 9,00% ao ano no início de 2022, projeta o JPMorgan em relatório encaminhado a clientes nesta segunda-feira, 13.

De acordo com a instituição, a autoridade monetária deve realizar três aumentos consecutivos da taxa Selic de 100 pontos-base neste ano. Assim, os juros fecham 2021 a 8,25%, ante projeção anterior, de 7,50%. Os economistas Cassiana Fernandez e Vinicius Moreira, que assinam o relatório, preveem ainda um aumento final da taxa, de 75 pontos-base, na reunião de fevereiro de 2022.

Banco Central pode acelerar alta da taxa Selic, diz JPMorgan

Mas os economistas não descartam a possibilidade de um aumento mais acelerado dos juros, como já admite parte do mercado, que projeta uma alta de 125 pontos-base na reunião do Comitê de Política Monetária da semana que vem.

“Apesar de nossa convicção de que o ritmo de 100 pontos-base seria apropriado por enquanto, visto que já estamos nos aproximando das estimativas de taxa neutra, reconhecemos que o Banco Central pode tentar domar as expectativas inflacionárias e os temores do mercado de grandes aumentos das taxas de juros com mais rapidez, agindo de forma mais agressiva”, pontuaram.

No entanto, em meio às incertezas remanescentes sobre o crescimento e o quadro inflacionário, em um contexto de normalização da conjuntura global econômica, o JPMorgan projeta que o Banco Central deve optar por uma postura menos agressiva, mantendo o atual ritmo vigoroso de altas por mais tempo. Dessa forma, o novo ritmo de elevação dos juros, bem como o compromisso com a ancoragem dos preços, deve trazer a inflação de volta à trajetória de metas ao longo segundo semestre de 2022.

Projeção para o PIB de 2022 recua

“Com o provável aumento do ruído político no próximo ano, acreditamos que o BC manterá os juros elevados até o fim de 2022”, completam os economistas. No entanto, na esteira de um cenário monetário mais apertado, acompanhado de uma maior incerteza no cenário político, a instituição reduziu a projeção para o Produto Interno Bruto do ano que vem, a 0,9%, ante estimativa anterior, de 1,50%.

O JPMorgan diminuiu, também, a projeção de avanço para o PIB deste ano, a 5,10%, ante estimativa anterior, de 5,20%. É a segunda vez, no mês, que o banco revisa para baixo as projeções de crescimento do país.

“Juros elevados e atritos institucionais, em meio a um ambiente mais desafiador para o crescimento global e o preço das commodities, devem conduzir as previsões de crescimento do Brasil, já abaixo da média, para níveis ainda menores.”

JPMorgan mantém expectativa para inflação de 2022

Por ora, o banco manteve, no entanto, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, considerado a inflação oficial, de 2022, em 3,70%. Apesar disso, os economistas ponderam que as condições climáticas desempenharão “fator-chave” nas dinâmicas de crescimento e inflação no próximo ano. Eles alertam ver “chances crescentes” de um cenário negativo da crise hídrica.

O JPMorgan já havia revisado, na semana passada, a projeção para o IPCA de 2021. O banco estima que a inflação alcance 7,90%, ante estimativa anterior, de 7,50%.

Texto: Gabriel Ponte
Edição: Angelo Pavini e Letícia Matsuura
Arte: Mover


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