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Juniors oils, dólar, eleições: Mais Lidas

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Juniors oils, dólar, eleições: Mais Lidas

A ascensão das "juniors oils" com a aquisição de campos da Petrobras foi destaque na semana; veja essa e outras notícias mais lidas

Juniors oils, dólar, eleições: Mais Lidas
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Atualizado há 21 dias

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São Paulo, 30 de abril – As chamadas “juniors oils” brasileiras, petroleiras que possuem capacidade menor do que as grandes produtoras, têm se destacado no mercado e atraído investidores após a aquisição de campos da Petrobras. O tema foi destaque no portal da Mover durante esta semana.

Em meio à disparada do preço do petróleo e do aumento na produção, companhias como a PetroReconcavo e 3R Petroleum entraram no radar de gestoras e analistas, uma vez que as áreas por elas adquiridas se tornaram mais atraentes, apresentando resultados expressivos.

Já no mercado de câmbio, a escalada do dólar chamou a atenção dos leitores. A moeda começou a semana em alta, negociada à casa dos R$4,90, próxima aos R$5, mas apagou os ganhos a partir de quarta-feira. Ao fim da semana, no entanto, a divisa voltou a subir, com os futuros de dólar fechando em alta de 0,47%

Ao mesmo tempo, o Ibovespa registrou a primeira alta em oito sessões, e passou a seguir direção contrária a do dólar. Porém, na sexta-feira, o índice fechou em queda e registrou o pior mês desde o início da pandemia.

O curso da moeda americana esteve no radar dos investidores e o assunto foi um dos mais lidos na Mover.

Sob os holofotes também ficaram as pesquisas eleitorais, que mostram as projeções para a eleição presidencial de 2022. De acordo com dois levantamentos divulgados nesta semana, um pela Modalmais/Futura e outro pelo Poder Data, a disputa segue polarizada entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual presidente Jair Bolsonaro.

A primeira pesquisa indicou desaceleração da recuperação de Bolsonaro nas intenções de voto, enquanto a seguinte mostrou uma tendência de estagnação na distância entre os presidenciáveis do PT e do PL na intenção de voto dos entrevistados, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Confira os detalhes sobre as notícias mais lidas da semana!

“Juniors oils”

As “juniors oils” estão mais atraentes do que nunca, ‘pra desespero do seu ex’, foi o que mostrou uma reportagem recente da Mover sobre o bom momento para as pequenas petroleiras que compraram campos da Petrobras em anos recentes e têm mostrado resultados de fazer inveja à estatal.

A PetroReconcavo ampliou em 37% o volume de barris entregues diariamente pelo Polo Miranga, no Rio Grande do Norte, poucos meses após assumir o ativo, em dezembro. A 3R viu a produção do Polo Macau, no mesmo estado, disparar 70% depois que passou a comandar a operação, dois anos atrás.

Além disso, as juniors oils estão ensinando “novos truques a velhos campos”, ao aplicar diversas técnicas para aumentar o fator de recuperação de reservas, disseram analistas da XP liderados por André Vidal.

Para o BTG Pactual, as juniors são boa opção para quem busca surfar o atual momento de preços elevados do petróleo, sem enfrentar incertezas e riscos políticos associados à Petrobras em um ano de eleições presidenciais no Brasil. As ações da 3R são as preferidas do banco no setor, com preço-alvo de R$98. Leia a reportagem completa aqui.

Sobe e desce do dólar

Entre segunda e terça, o dólar seguiu a tendência de alta observada no fim da semana anterior, chegando a apagar as perdas de abril, e sua cobertura foi destaque no portal. Você pode ler mais sobre o assunto aqui. Na quarta-feira, no entanto, a moeda retornou à trajetória de queda.

Paralelamente ao dólar, o Ibovespa, que seguia uma sequência de oito pregões de queda, quebrou a série e passou a subir, impulsionado pelo setor de mineração e siderurgia. A alta nos papéis da Vale e a aceleração abaixo da esperada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, IPCA-15, em abril apoiaram o índice.

A disparada das bolsas de Wall Street, após os fortes resultados trimestrais de gigantes de tecnologia nos Estados Unidos, na quinta-feira, também contribuíram para a manutenção do índice da bolsa brasileira no azul.

Durante o resto da semana, no mercado de câmbio, o dólar oscilou e, ao fim da semana, voltou a esboçar alta. Na última sexta-feira, 29, os futuros de dólar fecharam com leve alta de 0,47%, a R$5,017, tendo acumulado valorização mensal pela primeira vez no ano, diante do aumento da aversão ao risco.

Eleições em foco

Com as eleições presidenciais de 2022 se aproximando, um assunto que tem atraído a atenção dos leitores são as projeções para a disputa à Presidência do Brasil. E, nesta semana, não faltaram pesquisas para fornecer alguma orientação sobre o cenário atual de intenções de votos.

A pesquisa da Modalmais/Futura, divulgada na quinta-feira, mostrou que Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 38,3% para 41,1% no primeiro turno, um crescimento de 2,8 pontos em relação a março e acima da margem de erro de 2,2 pontos da pesquisa, enquanto Jair Bolsonaro manteve os 35,3% das intenções de voto no primeiro turno. Saiba mais aqui.

No dia seguinte, houve a divulgação do levantamento mais recente feito pelo PoderData sobre as eleições presidenciais. A pesquisa mostrou que a distância entre o candidato do PT e o do PL parou de cair em ambos os turnos. Ciro Gomes, do PDT, segue como terceiro colocado, seguido por João Doria, do PSDB. Leia mais aqui.

Texto: Cintia Tomaz, Clara Guimarães, Clara Sodré, Giovanni Porfírio, Leopoldo Vieira, Luciano Costa, Stéfanie Rigamonti e Patrícia Vilas Boas
Edição: Renato Carvalho
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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