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Atualizado há mais de 2 anos

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Por: Larissa Linder, editora TC News

 

A economia mundial deve continuar perdendo tração, apesar de a China se manter forte, o que pode levar a um dólar mais fraco e taxas de juros baixas, sustentando um movimento de curto e médio prazos que, teoricamente, favoreceria ativos de mercados emergentes, disse André Laport, gestor e sócio fundador da Vinland Capital, em entrevista à TC News, no programa TC Gestor.

 

Laport, o primeiro brasileiro a ser sócio do banco Goldman Sachs, fundou a Vinland com James Oliveira, o sócio que geriu a área de asset management do BTG Pactual, no ano passado, precisamente para tirar vantagem das oportunidades que taxas de juros baixas mundo afora e a agenda de reformas no Brasil oferecem a ativos como ações, moedas e derivativos na renda fixa.

 

“O mundo está desacelerando como um todo, um mundo operando com taxas de juros baixas, que vão ficar assim por um tempo … isso leva a um movimento de curto ou médio prazo em que o dólar tende a enfraquecer, o que favorece economias de mercados emergentes”, disse Laport. Segundo ele, China e Brasil estão bem posicionados para capturar parte dessa maior procura, “se fizerem seu dever de casa”.

 

Para Laport, se a aprovação da reforma da Previdência no Brasil ficar mais para final do ano, deve haver mais volatilidade. Ele espera uma aprovação da pauta, fundamental para a estabilidade das contas públicas do país, perto de outubro, gerando uma economia fiscal de pelo menos R$600 milhões. Os ruídos ao redor da reforma, diz, eram esperados e são naturais.

 

No desenrolar do processo de aprovação da PEC da reforma, a bolsa deve ser o principal ativo e deve andar mais do que juros e câmbio, de acordo com o gestor. Alguns setores se beneficiarão mais da pauta, especialmente aqueles que dependem muito de juros longos – como energia e shoppings, – destacou. De janeiro até agora só andaram as ações relacionadas a commodities, o que pode mudar se a aprovação da reforma for mais próxima da ideal.

 

A economia brasileira tem uma taxa de desemprego alta e inflação baixa, que não deve subir pela falta de estímulo, disse. O pior cenário para o Brasil seria não ter a aprovação da reforma, ou a aprovação de uma proposta com economia fiscal muito baixa, disse. Para ele, uma reforma muito desidratada “pode ser até mais negativa” que uma não aprovação. “Se uma reforma não acontecer, o país quebra,” disse.

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