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Liderança feminina cresce em empresas de petróleo e energia elétrica

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Liderança feminina cresce em empresas de petróleo e energia elétrica

Confira no Dia Internacional das Mulheres as metas para aumentar liderança feminina em empresas do setor de petróleo e energia

Liderança feminina cresce em empresas de petróleo e energia elétrica
tcuser

Atualizado há 2 meses

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São Paulo, 8 de março – O processo de equidade de gênero em cargos femininos de liderança ainda caminha devagar no Brasil. Segundo levantamento da Teva Índices, as mulheres não ocupam cadeiras em diretorias, conselhos fiscais ou comitês de editorias de 58% das companhias, apesar da alta da presença feminina nas empresas.

Para mudar o cenário, cada vez mais pressionado pelo mercado, empresas passaram a investir em estratégias de inclusão de mulheres em cargos relevantes. Companhias dos setores de Petróleo e Gás e de Energia Elétrica, vistas como tradicionalmente masculinas, adotaram metas de diversidade e inclusão, e muitas delas têm hoje pessoas do sexo feminino em posições de comando.

A AES Brasil, por exemplo, tem como presidente-executiva a economista Clarissa Sadock e aumentou em 32% o número de mulheres em seu quadro funcional, superando meta de 15%. A companhia elétrica expandiu em 29% a liderança feminina entre 2020 e 2021.

Já a transmissora de energia Cteep, que tem três mulheres em uma diretoria executiva com cinco cadeiras, lançou neste ano um programa de estágio com foco na contratação, principalmente, de profissionais do sexo feminino, além de negros, pardos e pessoas com deficiência.

No mundo do Óleo e Gás, a Shell também definiu metas de inclusão e diversidade, incluindo a previsão de aumentar o percentual de mulheres nos quadros de 41% para 50% até 2030, com 33% de liderança feminina e, ainda, a inclusão de profissionais negras em cargos de liderança.

A gerente de Novos Negócios da Shell Energy Brasil, Carolina Bunting, afirmou à Mover que tem visto cada vez mais esforços por inclusão de mulheres na indústria de Energia, tanto no Brasil quanto no exterior.

“O tema da diversidade é hoje algo internacional”, disse ela. “Nunca senti que ser mulher fosse um obstáculo. Principalmente no começo, o pessoal fazia comentários, dizia que essa era uma carreira de homem, que eu não ia querer viajar tanto, ia querer ser mãe. Mas, pelo contrário, eu passei para o papel de líder depois de ser mãe”.

Texto: Luciano Costa e Letícia Matsuura
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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