IBOV

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-1,20%

SP500

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DJIA

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NASDAQ

15.336,93 pts

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IFIX

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BRENT

US$ 85,68

+1,37%

IO62

¥ 708,00

+5,27%

TRAD3

R$ 6,30

-8,56%

ABEV3

R$ 15,00

-0,72%

AMER3

R$ 33,72

-4,36%

ASAI3

R$ 16,11

-1,52%

AZUL4

R$ 29,19

-2,27%

B3SA3

R$ 12,62

-2,69%

BIDI11

R$ 40,14

-6,10%

BBSE3

R$ 21,67

+0,97%

BRML3

R$ 7,18

-5,65%

BBDC3

R$ 17,41

-3,75%

BBDC4

R$ 20,45

-3,80%

BRAP4

R$ 51,50

+1,61%

BBAS3

R$ 28,91

-3,14%

BRKM5

R$ 54,87

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BRFS3

R$ 22,01

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BPAC11

R$ 22,82

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CRFB3

R$ 16,83

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CCRO3

R$ 11,53

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CMIG4

R$ 13,37

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R$ 37,51

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CIEL3

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R$ 2,62

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CPLE6

R$ 6,18

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CSAN3

R$ 20,92

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CPFE3

R$ 25,15

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CVCB3

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CYRE3

R$ 15,18

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ECOR3

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R$ 35,47

-1,90%

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R$ 24,25

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IO62

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ABEV3

R$ 15,00

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AMER3

R$ 33,72

-4,36%

ASAI3

R$ 16,11

-1,52%

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-2,27%

B3SA3

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BIDI11

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-3,41%

KLBN11

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RENT3

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LAME4

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LREN3

R$ 32,05

-3,63%

MGLU3

R$ 12,42

+0,56%

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R$ 25,12

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BEEF3

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WEGE3

R$ 38,89

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YDUQ3

R$ 22,65

-5,74%

Atualizado há mais de 2 anos

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As bolsas asiáticas e os mercados acionários europeus subiam nesta segunda-feira, após o presidente americano Donald Trump sinalizar que deseja um acordo comercial com a China, mas que os Estados Unidos não estão prontos para assiná-lo agora. No entanto, é difícil achar que as altas em Tóquio, Xangai ou Frankfurt tenham a ver com uma melhora estrutural do cenário: longe disso. Trump, que está no Japão em visita oficial, disse que alguma solução deve haver para resolver a guerra comercial, que se estende por 14 meses, mas que certamente não será aquela que a China desejaria. Obstáculos persistem, mas Trump mudou seu tom para menos intransigente. Os mercados na Europa subiam, primeiro, pelo anúncio de que a Fiat Chrysler e a Renault cogitam uma fusão de iguais e, segundo, porque nas eleições para o Parlamento Europeu da véspera, populistas e extremistas pararam de ganhar espaço perante a maioria, os partidos pró-União Europeia, que, de qualquer forma, estão cada vez mais fragmentados.

 

Com os mercados em Londres e Nova Iorque fechados hoje por conta do feriado de Primavera, o investidor deve sentir volumes de negociação menores no mercado brasileiro. O fechamento dos mercados acionários mais importantes de Ocidente abre espaço para o investidor local repercutir o resultado das manifestações em prol do governo do presidente Jair Bolsonaro de ontem. Manifestantes foram às ruas nos 26 Estados e no Distrito Federal para mostrar seu apoio ao presidente, defender os projetos de reformas econômicas e de luta à corrupção e pressionar Congresso e STF a se engajar mais na solução dos mais graves problemas nacionais. Prometidos para 350 cidades, os atos concretizaram-se em quase 160, segundo dados da Polícia Militar. Caminhoneiros, que um ano atrás jogaram o país no caos, ontem saíram às ruas para apoiar as pautas de “Bolsonaro e do ministro Paulo Guedes”, segundo Wanderley Alves, o “Dedeco”, um dos líderes do movimento. O próprio Bolsonaro, em entrevista à TV Record na noite de domingo, disse o povo foi para as ruas de modo “espontâneo” para cobrar os outros poderes a aprovar as pautas de interesse do país.

 

O apoio que os manifestantes mostraram a favor da Reforma da Previdência e das outras pautas de austeridade fiscal são notáveis, inéditas na história de um país castigado pelo corporativismo e a demonização da política fiscal contracionista. Se a reforma foi um pretexto para o pessoal sair às ruas apoiando Bolsonaro, pouco importa: certamente, o mercado deve avaliar a situação como positiva e deve adicionar mais alguns pontos na aposta de que uma reforma sólida, com economia fiscal próxima ao R$1 trilhão está a caminho – se não aparecer algum “Joesley” por aí. O mercado deve, portanto, ficar de olho na forma como os outros poderes, representados no presidente da Câmara, Rodrigo Maia, especificamente, deverão reagir às manifestações. O público foi especialmente raivoso com Maia, que teve um pixuleco de 3,5 metros como o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos protestos do impeachment, associado a corrupção e propinas. Segundo algumas notas da imprensa, os políticos das alas mais tradicionais tentaram minimizar o sucesso das manifestações. O líder do DEM, deputado Elmar Nascimento, por exemplo, condenou o radicalismo e a beligerância do ambiente político atual e lembrou que “ninguém governa sozinho” no país.

 

Com as relações entre os poderes Executivo e Legislativo ainda frágeis, fique de olho em como os congressistas podem dar o troco após Bolsonaro, na TV Record, dizer que ser associado ao Centrão virou “palavrão”.  No plano local, a conclusão da votação da Reforma Administrativa no Senado, marcada para terça-feira, e a retomada das discussões da Nova Previdência em comissões na Câmara e no Senado serão os destaques. A agenda de divulgações econômicas e corporativas no Brasil e no resto do mundo para a segunda-feira está fraca: teremos logo cedo a publicação do boletim Focus do Banco Central, que nas últimas semanas cortou, consecutivamente, as projeções para o crescimento do PIB neste ano. O BC divulgará também dados do setor externo e de investimento estrangeiro direto – ambos têm sido fonte de boas notícias em meses recentes. Hoje haverá assembleia extraordinária da Embraer, o edital da oferta de aquisição de ações da Tarpon e Bolsonaro gravará mais programas, desta vez com a SBT. Importante ficar de olho na quinta-feira, quando teremos dados preliminares do PIB dos EUA e de produção na China.

 

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Mercado hoje, segundo Contribuidores TC

 

 

A maioria das bolsas asiáticas e os mercados acionários europeus operavam em alta nesta segunda-feira, após a sinalização do presidente americano, Donald Trump, de que um acordo comercial com a China possa ser fechado no futuro. Os mercados em Londres e Nova Iorque estarão fechados hoje por conta do feriado de Primavera – reduzindo os volumes de negociação nas bolsas mundiais.

 

Bolsas: Às 07h30, o índice pan-europeu Stoxx600 subia 0,17%, impulsionado pela proposta de fusão da Fiat Chrysler com a francesa Renault, que ajudou as ações de ambas as montadoras a puxar os ganhos do índice. O Xangai Composto fechou em alta de 1,38% em meio a maior otimismo sobre um acordo comercial entre EUA-China. Os futuros de índices americanos S&P500 e Dow Jones na Europa oscilavam no terreno negativo, em dia de menor liquidez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Principais notícias corporativas

 

 

 Petrobras I: A Petrobras reduziu o preço da gasolina nas distribuidoras em R$0,0907, que entrou em vigor no sábado. O preço do diesel foi mantido.

 

Petrobras II: Fundos se aliam a distribuidoras por Liquigás (Valor)

 

Cielo I: A Cielo disse que resolveu descontinuar a previsão (guidance) de lucro divulgado em janeiro, sem divulgar novas estimativas, e cortar dividendos.

 

Cielo II: Cielo reforça caixa para guerra das maquininhas (Valor)

 

Cesp: A Cesp informou que a VTRM passou a deter aproximadamente 93,52% das ações ON e 13,27% da PNB após oferta pública de ações.

 

Magazine Luiza: Magazine Luiza eleva oferta por Netshoes de US$2 para US$3 por ação (Valor)

 

Agenda do dia

 

Indicadores nacionais

05h00 IPC mensal (maio) – Fipe

08h25 Relatório Focus – Banco Central

10h30 Transações correntes – Banco Central

10h30 Investimento estrangeiro direto (abril) – Banco Central

 

DISCLAIMER: Este newsletter não tem o objetivo de promover a venda de títulos e valores mobiliários específicos, e sim, de informar correta e oportunamente a quem o recebe.

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