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Mesmo após alta, ações de bancos podem subir mais, diz Itaú BBA

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Mesmo após alta, ações de bancos podem subir mais, diz Itaú BBA

Mesmo após alta, ações de bancos podem subir mais, diz Itaú BBA
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Atualizado há mais de 3 anos

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A possível aprovação da reforma da Previdência, elevando o potencial de crescimento da economia, com menor inflação e, consequentemente, juros baixos eleva a atratividade por ativos brasileiros e reduz o custo dos bancos em captar recursos no mercado para emprestar e lucrar, o que justifica a continuidade da alta de suas ações na B3, avalia o Itaú BBA.

 

Para o analista Thiago Bovolenta Batista e equipe, os papéis dos grandes bancos chegaram a um patamar de múltiplo de 11 vezes o lucro estimado para 2019, o que poderia ser interpretado como caro. No entanto, uma comparação com instituições financeiras da América Latina sugere que as ações deveriam ser ainda mais caras, na visão deles.

 

As ações das chamadas blue chips, as mais líquidas do índice Bovespa, como Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, têm se destacado nos ganhos de 10% do Ibovespa no ano até o momento, embaladas pelas perspectivas de avanço da agenda liberal do novo governo. Em paralelo, a esperada sintonia entre reformas e aceleração do PIB abriu espaço para guidances de 2019 bem recebidos em termos de projeções para crescimento do crédito.

 

“Ainda que as ações dos bancos brasileiros não pareçam baratas quando comparadas com a média histórica, permanecem atrativas do ponto de vista da América Latina, portanto, reiteramos a recomendação outperform – equivalente à compra –”, escrevem os analistas em relatório a clientes, reiterando a preferência por Bradesco e Banco do Brasil.

(Foto: Bradesco/ Divulgação).

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