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Nova Previdência pode reduzir dívida bruta do país a partir de 2021, diz estudo do governo

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Nova Previdência pode reduzir dívida bruta do país a partir de 2021, diz estudo do governo

Nova Previdência pode reduzir dívida bruta do país a partir de 2021, diz estudo do governo
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Atualizado há quase 3 anos

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A aprovação no Congresso de uma reforma completa da Previdência poderia reduzir a dívida bruta do governo federal, atualmente correspondente a 77% do PIB, em até um ponto percentual a partir de 2021, aponta um estudo do Ministério da Economia, mostrando que, sem a reforma ou com uma economia fiscal muito menor do que a requerida, a dívida nacional ultrapassaria a soma de toda a riqueza do país daqui a cinco anos.

 

O relatório, que consolida as projeções do ministério em um cenário de reforma com economia de até R$1,2 trilhão, aponta que as principais dificuldades do país de hoje, como investimento baixo, desemprego elevado e serviços públicos ineficientes, poderiam começar a ser contornadas logo após a aprovação do texto. Para 2019, o PIB brasileiro voltaria a crescer acima de 2,90%, quase três vezes o que os economistas esperam para este ano. Já, sem a reforma, a alta do PIB deve ser de 0,80% neste ano.

 

A pesquisa também traz que a taxa básica de juros Selic poderia chegar a 6%, no menor patamar histórico, em caso de aprovação do texto. Sem a reforma, a projeção aponta para um pico de até 11% na juro básico.

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