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SP500

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DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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BRENT

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IO62

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TRAD3

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Atualizado há 9 meses

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São Paulo, 20 de janeiro – Com múltiplos ventos contrários ameaçando impactar as ofertas públicas iniciais, IPOs na sigla em inglês, de ações no país, a HBR Realty foi umas das empresas que decidiram se listar na B3 via uma colocação com esforços restritos.

 

Isso significa que empresas e investidores estão temerosos de que continuidade da pandemia, com possíveis atrasos nas vacinações, assim como a incerteza com a postura fiscal do governo se tornem uma barreira para o sucesso das listagens.

 

HBR pode levantar R$1,5 bilhão no IPO

 

Considerada a incorporadora “prima” da Helbor, a HBR Realty conclui amanhã o plano de abertura de capital, que tinha sido suspenso no final do ano passado, como dezenas de listagens, por conta dos efeitos decorrentes da segunda onda de pandemia do coronavírus.

 

Pelas regras das ofertas com esforços restritos, a HBR Realty deverá oferecer suas ações a 75 investidores potenciais, dos quais, no mínimo 50 devem participar da operação. A faixa de preço indicativa da oferta vai de R$23,85 a R$29,85, o que permitiria a empresa levantar até R$1,5 bilhão.

 

Aumento de número de investidores na bolsa atraiu novas empresas

 

A expansão do mercado de ações do Brasil, que viu o número de investidores pessoa física atingir mais de 3 milhões no ano passado, chamou a atenção de muitas companhias sedentas de recursos para investir em novas plantas, comprar rivais ou repagar dívidas.

 

Até hoje, mais de 40 companhias estavam oficialmente em processo de abertura de capital na B3, com um quarto delas já com data de precificação definida, de acordo com dados da Comissão de Valores Mobiliários.

 

O ponto favorável para as ofertas “é que existe muita liquidez, local e internacional e maior propensão ao risco por parte dos investidores, diante dos juros praticados”, diz Alvaro Bandeira, economista-chefe e sócio do banco Modalmais.

 

Avanço da pandemia e atraso das vacinas são desafios para IPO

 

Contudo, ao mesmo tempo em que autoridades no mundo inteiro aumentaram os estímulos para suas economias, trazendo liquidez, a segunda onda da pandemia deve levar os governos a retomar as restrições de circulação, o que impacta o consumo, o investimento e a confiança. “Os desafios para os IPOs ficam por conta da expansão do Covid-19 e vacinação, aqui e no exterior determinando o comportamento das economias”, comenta.

 

A situação do Brasil é particularmente preocupante, tendo em vista o atraso na aprovação e início da vacinação, simultaneamente ao avanço do contágio no país. Para além dos riscos sanitários, outro fator que acende o alerta dos economistas é a ausência de um plano claro e bem estruturado por parte do governo para combater os problemas trazidos com a pandemia.

 

“O Brasil precisa criar um ambiente com menos riscos, tanto do ponto de vista fiscal como monetário”, diz Luciano França, sócio fundador da Avantgarde Asset Management. Dessa forma, um ambiente político mais calmo e o planejamento de medidas para o pós-pandemia será fundamental. França e Bandeira concordam na necessidade de o governo endereçar claramente como pretende ajustar o gasto público e reduzir a dívida nacional.

 

Cenário pede cuidado nas escolhas de empresas para investir

 

O cenário complicado faz com que o investidor tenha que redobrar seu cuidado na hora de fazer suas escolhas, disse o contribuidor do TC e trader Israel Massa. Apesar da ampla liquidez e os juros baixos, “é preciso selecionar, pois certamente teremos empresas que podem decepcionar provocando perdas aos investidores”, pondera Bandeira.

 

 

Já França vê como grande desafio identificar as ofertas com uso coerente dos recursos, para os investidores “não serem vítimas de IPOs com objetivos divergentes da própria companhia”. (IS/GPB)

Texto: Igor Sodré
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Imagem TC Mover

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