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Biden: G7 concordou com 'sanções devastadoras' contra a Rússia

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Biden: G7 concordou com 'sanções devastadoras' contra a Rússia

As principais lideranças ocidentais se manifestam, nesta quinta-feira, em meio aos ataques de tropas da Rússia a diversas regiões da Ucrânia

Biden: G7 concordou com 'sanções devastadoras' contra a Rússia
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 24 de fevereiro – As principais lideranças ocidentais tentam responder aos ataques da Rússia à Ucrânia com falas mais duras contra o líder russo, Vladimir Putin, enquanto os mercados derretem pela crise geopolítica. Na tarde desta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que os países do G7 concordaram em impor ‘sanções devastadoras’ à Rússia.

“Nesta manhã, eu me encontrei com os meus colegas do G7 para discutir o injustificado ataque do presidente Putin à Ucrânia e nós concordamos em seguir em frente com pacotes de sanções devastadoras e outras medidas econômicas para responsabilizar a Rússia. Nós estamos com o corajoso povo da Ucrânia”.

Acompanhe outras atualizações sobre o conflito na Ucrânia:

Otan

O Secretário-Geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Jens Stoltenberg, disse que a aliança militar não tem planos de enviar tropas para a Ucrânia, mas vai fortalecer as fronteiras dos aliados do Leste Europeu.

O secretário também disse que “qualquer ataque” aos países membros da Otan trará consequências. Segundo ele, as ações de Putin mostram que ele jamais levou a sério as negociações diplomáticas.

Reino Unido

O primeiro-ministro Boris Johnson afirmou que vai concordar com um pacote de medidas que prejudiquem a economia da Rússia e que vai fornecer armas defensivas para a Ucrânia. Johnson deve voltar a se pronunciar durante a tarde para detalhar mais sanções aos russos.

Kiev

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que os ataques russos são “majoritariamente” pelo ar, atingindo regiões do leste, norte e sul do país. Pelo último boletim, 40 militares foram mortos.

A capital, Kiev, registra bombardeios, segundo testemunhas ouvidas por agências de notícias. O governo local também restringiu saques de dinheiro e suspendeu compras em moedas estrangeiras.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Lucia Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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