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PNAD: Desemprego cai em outubro a 12,10%, melhor que o consenso

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PNAD: Desemprego cai em outubro a 12,10%, melhor que o consenso

Segundo dados divulgados pelo IBGE, a população desempregada soma 12,9 milhões de pessoas, queda de 10,40% em relação ao trimestre anterior

PNAD: Desemprego cai em outubro a 12,10%, melhor que o consenso
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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 28 de dezembro –  A taxa de desemprego no Brasil caiu no trimestre móvel encerrado em outubro em relação ao período anterior e ficou abaixo das projeções do mercado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD, divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

De agosto a outubro, a população desocupada somou 12,9 milhões de pessoas, o que representa 12,10% dos brasileiros. Foi uma queda de 10,40% em relação ao trimestre móvel anterior, encerrado em julho, e 11,30% a menos que no mesmo período de 2020. O percentual veio abaixo dos 12,30% que o mercado esperava.

Embora ainda esteja em níveis muito altos, a população subutilizada – grupo que reúne pessoas subocupadas por insuficiência de horas, as desocupadas e a força de trabalho potencial, que não está ocupada nem desocupada mas teria potencial para se transformar em força de trabalho – caiu 6,50% em relação ao trimestre anterior. Com relação ao mesmo período de 2020, a taxa de subutilização, hoje em 25,70%, caiu 9,60%.

Arrefeceu também o nível de desalentados, aqueles que já desistiram de procurar trabalho. Hoje a população desalentada soma 5,1 milhões de pessoas, ou 4,50% dos brasileiros, queda de 3,80% frente ao trimestre móvel anterior e 11,90% a menos que em igual período do ano passado.

O nível de ocupação, por outro lado, foi estimado em 54,60%, taxa que representa 94 milhões de brasileiros, alta de 3,60% frente ao trimestre anterior e de 10,20% em relação ao mesmo período de 2020.

Nesse grupo, mais uma vez o destaque ficou por conta dos empregos sem carteira assinada, que reúnem 12,0 milhões de pessoas, alta de 9,50% em relação ao período anterior, frente a uma elevação de 4,10% dos trabalhos com carteira assinada. A taxa de informalidade da população ocupada ficou em 40,70%.

Texto: Stéfanie Rigamonti
Edição: Lucia Boldrini
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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