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PNAD: Desemprego recua a 12,6%; taxa de subutilização continua alta

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PNAD: Desemprego recua a 12,6%; taxa de subutilização continua alta

A população brasileira desocupada soma 13,5 milhões de pessoas, recuo de 9,3% em relação ao trimestre anterior, segundo a PNAD

PNAD: Desemprego recua a 12,6%; taxa de subutilização continua alta
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Atualizado há 6 meses

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São Paulo, 30 de novembro – A taxa de desocupação recuou novamente no Brasil no trimestre móvel encerrado em setembro, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD. Destaque para a população subutilizada, que segue em níveis altos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A população brasileira desocupada soma 13,5 milhões de pessoas, o que representa 12,60%, recuo de 9,30% em relação ao trimestre anterior e de 7,80% frente ao mesmo período do ano passado. Por outro lado, o nível de ocupação foi estimado em 54,10%, segundo o IBGE, alta de 4,00% se comparado ao trimestre encerrado em agosto e de 11,40% frente ao mesmo trimestre móvel de 2020.

A população subutilizada caiu 5,70% frente ao trimestre anterior, mesmo assim, continua com um percentual alto, de 26,50% da população brasileira. Esse grupo abarca os brasileiros desempregados, os subocupados por insuficiência de horas, ou seja, que têm possibilidade de trabalhar mais, porém não encontram mais trabalho, e a desocupação da força de trabalho potencial, que são aqueles que gostariam de trabalhar, mas não procuram, ou que não estão disponíveis.

A população desalentada, aquela que desistiu de procurar trabalho, teve redução de 6,50% em relação ao trimestre móvel anterior e de 12,40% frente ao mesmo período de 2020.

Mais uma vez, a alta dos empregados informais foi maior do que a de carteiras assinadas. Enquanto o primeiro registrou elevação de 10,20% em relação ao trimestre anterior e de 23,1% frente ao mesmo período do ano passado, os registros na carteira de trabalho somaram 33,5 milhões, subindo 4,40% em relação ao trimestre móvel encerrado em agosto e 8,60% frente ao ano anterior.

Segundo o IBGE, a taxa de informalidade ficou em 40,60% do total da população ocupada, totalizando 38 milhões de brasileiros. O número de trabalhadores por conta próprio também cresceu, 3,30% frente ao trimestre anterior e 18,40% em relação a 2020.

Texto: Stéfanie Rigamonti
Edição: Guilherme Dogo
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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