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Pré-mercado americano sobe com reavaliações sobre ômicron

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Pré-mercado americano sobe com reavaliações sobre ômicron

Bom humor no pré-mercado segue noticiário positivo na China e percepção de que a nova cepa é menos grave que as precedentes

Pré-mercado americano sobe com reavaliações sobre ômicron
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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 7 de dezembro – Os futuros de Nova York operam com altas firmes, seguindo bom humor da Ásia, commodities e ações de tecnologia nos mercados europeus. Bom humor no pré-mercado segue noticiário positivo na China e percepção de que a nova cepa do coronavírus, a ômicron, é menos grave que as precedentes, hipótese ainda a ser comprovada.

Perto das 08h45, o contrato contínuo futuro do Nasdaq 100 puxava as altas em Wall Street, subindo 1,89%, enquanto os índice S&P500 e Dow Jones subiam respectivamente 1,36% e 1,05%. O rali de ontem apagou as perdas da semana passada no mercado à vista. Só Tesla destoava das altas das big techs no pré-mercado, em queda de 0,59%, com a investigação sobre defeitos em painéis solares.

Tanto os futuros de Wall Street como o petróleo aceleraram pouco antes das 6h, com a notícia da farmacêutica GlaxoSmithKline de que seu tratamento à base de pseudoanticorpos contra covid-19 é eficaz contra todas as mutações conhecidas da ômicron em testes pré-clínicos.

O papel da GSK subia 0,68% em Londres, enquanto AstraZeneca caía 1,27% – uma das poucas perdas do índice FT100. Minério de ferro saltou 6,7% na bolsa de Dalian e 8,2% no porto de Qingdao ,com noticiário positivo da China, maior consumidora e importadora global de aço, que injetou US$188 bilhões de liquidez na economia ontem e anunciou disposição de estabilizar o endividado mercado imobiliário. As exportações chinesas também avançaram além do consenso.

Nas bolsas europeias, o setor de mineração puxava alta de 1,93% no índice Stoxx 600. Em Londres, a Rio Tinto, par e rival da Vale, subia 3,76%. No pré-mercado de Nova York, o ADR, recibo de ação, da mineradora brasileira subia 2,32%. ADR de Petrobras avançava 2,51%, quase a mesma alta do petróleo Brent, que encostava nos US$75 por barril.

Texto: Lucia Boldrini
Edição: Guilherme Dogo e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Mover

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