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Atualizado há 15 dias

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São Paulo, 19 de novembro – Um estudo inédito publicado no mês passado pela B3 e pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, IBGC, mostra que 61% das empresas listadas na bolsa de valores brasileira não possuem uma única mulher na diretoria, e 45% não têm presença feminina nos conselhos de administração. Se já é difícil encontrar gestoras em companhias dos mais diversos setores, quanto mais em bancos, que historicamente são dominados por homens. Mas o Banco Bmg é um ponto fora da curva nesse sentido.

No Dia do Empreendedorismo Feminino, a Mover entrevistou com exclusividade a presidente da instituição financeira, Ana Karina Bortoni Dias, única mulher CEO de um banco com capital aberto no Brasil atualmente.

O Bmg é a segunda companhia listada na bolsa de valores, ao lado da Marisa, com mais mulheres no seu conselho de administração, com uma participação feminina de 50% no colegiado.

À Mover, Dias contou como o Bmg, junto de outras empresas e pessoas, vem trabalhando para transformar a cultura do mercado financeiro por meio da diversidade.

Essa pauta, inclusive, resvala em uma agenda que tem sido cada vez mais cobrada das companhias pelos investidores, a ESG – sigla em inglês para boas práticas Ambientais, Sociais e de Governança Corporativa.

Segundo uma pesquisa elaborada pelo Banco de Compensações Internacionais, o BIS, companhias que possuem mais mulheres assumindo cargos de gestão nível médio emitem menos carbono. Ou seja, o levantamento sugere uma relação direta entre a diversidade de gênero nas empresas e sustentabilidade.

Nessa esteira, Dias contou à Mover que o Bmg está desenvolvendo, junto a uma consultoria especializada, uma agenda ESG, e mostrou quais programas o banco tem implementado para, de fato, promover uma inclusão não só de mulheres, mas para eliminar cada vez mais o que chamou de “vieses inconscientes” que excluem as pessoas “com deficiência, identidades étnico-raciais ou sistemas e crenças religiosas”.

Confira a entrevista completa:

TC Mover: A pauta das mulheres tem sido cada vez mais recorrente no mercado financeiro. Sobre essa questão, muitas vezes percebemos uma inclusão seletiva, principalmente nos cargos altos, de acordo com alguns padrões – de raça, perfil físico, classe social. Como o Bmg enxerga esse cenário?

Ana Karina: Infelizmente, os cargos de liderança ainda são ocupados majoritariamente por pessoas brancas, sejam elas homens ou mulheres, e de classes sociais mais altas. Essa é uma realidade que ainda vivemos no mercado financeiro e no mundo corporativo no geral.

Contudo, empresas como o próprio Bmg incentivam e lutam, não somente pela questão de equidade de gênero, mas também pela inclusão de pessoas, mitigando vieses inconscientes sobre diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, pessoas com deficiência, identidades étnico-raciais ou sistemas e crenças religiosas, reduzindo, inclusive, o preconceito na sociedade como um todo.

Os cargos, dos mais altos aos mais baixos, devem ser ocupados levando em consideração as competências, habilidades e aptidões das pessoas, e não seu gênero, orientação sexual, classe, credo ou cor.

No Bmg, temos compromissos assumidos com recrutamento e seleção, desde a alta liderança à base da pirâmide, de apresentar pessoas que atendam tecnicamente às exigências das vagas, fazendo parte do recorte de diversidade. Um exemplo é um o projeto piloto que estávamos desenvolvendo,  o recrutamento de ‘Atração sem Viés’.

No Bmg, passamos por uma transformação onde a inclusão, diversidade e equidade de gênero são bandeiras fundamentais na instituição, então tomamos cuidado para que essa cultura ocorra de dentro para fora da empresa.

TCM: A pauta da inclusão de mulheres no mercado de trabalho está ligada à agenda ESG, que tem sido muito cobrada pelos investidores. O que o Bmg está fazendo nesse sentido? Qual é a sua opinião sobre essa questão?

AK: A liderança do Bmg, assim como outras empresas e pessoas, estão lutando para transformar a cultura atual e criar um ambiente igualitário e justo para todos.  Inclusive, estamos desenvolvendo, junto a uma consultoria especializada, a nossa agenda ESG, com metas e objetivos que nos coloquem ainda mais nesse caminho.

Hoje, por exemplo, somos a segunda empresa no país com o Conselho Administrativo com mais equidade de gênero, composto 50% por homens e 50% por mulheres.

Além disso, somente neste ano, o Bmg realizou parcerias com a PrograMaria, criando o programa ‘Juntas em Tech’, focado na equidade de gênero e diversidade no setor de tecnologia, fundamental para os bancos, assim como com o Instituto PROA, organização sem fins lucrativos que atua na capacitação de jovens em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho, conectando-os com vagas de empregos de maneira escalável, com foco na criação de um banco mais diverso.

Como fruto dessa última parceria, o Bmg já contratou dez jovens formados pelo PROA, sendo cinco mulheres e cinco homens. Esses novos colaboradores estão sendo acompanhados de perto por gestores da instituição financeira e pelo time de empregabilidade do instituto para que possam dar os primeiros passos na construção de suas trajetórias profissionais, com o intuito de um dia se tornarem também lideranças.

Temos também parceria com a Raro Labs, onde criamos a Raro Academy, primeira escola técnica voltada ao setor de tecnologia, com imersão em projetos reais, que é uma oportunidade para que estudantes em situação de vulnerabilidade social consigam se especializar na área e sejam inseridos nesse promissor mercado de trabalho.

Já como CEO e liderança, minha intenção é a de servir de espelho para as mulheres e pessoas que sonham em poder crescer no que desejam. Dessa maneira, e em breve, espero que elas se tornem multiplicadoras desse desejo para que possam se reconhecer em alguém que está no topo e ter força para lutar as batalhas que virão pela frente.

Acredito que as mulheres em cargos de liderança são exemplos e inspirações para outras em início de carreira. Eu gosto de dizer, e pode até parecer um clichê, mas é fundamental trabalharmos e seguirmos a carreira que nos faz feliz, seja ela qual for, isso é o mais importante.

Sou totalmente a favor dessa pauta ser incluída à agenda ESG das empresas, pois precisamos quebrar esse “tabu” de que o mercado financeiro é voltado apenas para os homens, e minha presença como CEO do Banco Bmg é um exemplo de que o setor avança nesse sentido.

TCM: Como você disse, o Bmg faz parte de uma seleta lista de empresas da bolsa de valores que mais possuem mulheres no conselho administrativo, o que é um número muito bom. Como a companhia alcançou esse feito?

AK: No banco, buscamos os profissionais por suas capacidades e experiências, não apenas por serem homens ou mulheres, e ocorreu de encontrarmos mulheres muito competentes para o nosso Conselho Administrativo.

No Bmg, entendemos que a diversidade complementa a empresa e traz diversos benefícios, tanto para a sociedade quanto para os resultados do banco, e no desenvolvimento de soluções que atendam melhor os nossos clientes.

Por isso, como comentei anteriormente, no Bmg temos o compromisso em todos os processos seletivos, tanto para cargos de liderança, quanto para operacionais, de trazer candidatos que contribuam com a diversidade.

TCM: Você é a primeira CEO mulher de um banco brasileiro. Quais transformações isso trouxe para o Bmg e o mercado financeiro como um todo?

AK: Hoje, sou a única mulher CEO de banco com capital aberto no Brasil. É importante ressaltar que, nos últimos anos, foi possível notar um aumento no número de mulheres em posições de liderança em companhias do setor financeiro, como fintechs, seguradoras e consultorias, por exemplo.

Isso reforça a defesa de que existem muitas outras mulheres competentes que também podem ocupar a presidência de outros bancos de capital aberto. O meu exemplo, por si só, já atrai atenção de outras empresas do mercado financeiro e abre a discussão para que haja mais equidade de gênero no setor.

No Bmg, contribuí e contribuo para colocar em prática o processo de transformação organizacional do banco e a estratégia de negócios phygital, que une o melhor dos mundos físico e digital, com um olhar bastante voltado para a inclusão e a diversidade.

Desde que assumi o cargo, o banco transformou sua marca, investiu na estratégia phygital e se transformou, no que gostamos de chamar, em uma “fintech de 91 anos”.

Um exemplo disso é que o Bmg automatizou os processos de digitalização em lojas e correspondentes bancários e, agora, todas as transações, autorizações e formalizações podem ser realizadas 100% remotamente.

Pensando na inclusão, criamos soluções e produtos que fujam do tradicional e ajudem na saúde financeira da parcela mais pobre da população e que tem pouco ou nenhum conhecimento em relação à educação financeira.

Desenvolvemos, por exemplo, o ‘Poupa pra Mim’, para que as pessoas mais pobres possam começar a investir, aos poucos, sem que isso ameace o orçamento familiar, de maneira fácil e direta pelo aplicativo, utilizando conceitos de microfinanças.

Essa e outras soluções só foram pensadas pois o banco está se tornando uma instituição financeira cada vez mais diversa.

O setor enxerga e reconhece essa evolução e isso, inclusive, rendeu nesse ano dois prêmios inéditos concedidos pela revista Consumidor Moderno. O primeiro como empresa destaque na categoria ‘Bancos Digitais e Serviços Financeiros’, e o segundo foi minha eleição como ‘CEO do Ano’, pela publicação.

TCM: Você comentou bastante sobre a agenda ESG. E com relação especificamente à pauta das mulheres, quais outras políticas o banco tem adotado nesse sentido, de inclusão?

AK: Internamente, temos um lado forte de inclusão e canais bem estabelecidos de denúncias contra assédios e discriminação. Além disso, aumentamos a licença paternidade para dois meses. Dessa forma, os pais podem estar presentes nos primeiros meses de vida dos filhos, dividindo os cuidados e deveres com as mães.

Somos também uma empresa que incentiva o esporte feminino, em especial no futebol, com o patrocínio das equipes do Vasco, do Atlético Mineiro, do Corinthians e do Ceará.

Como já comentei anteriormente, nos unimos com empresas parceiras e criamos programas e ações que incentivam a inclusão, como o ‘Juntas em Tech’, uma parceria com a startup de impacto social PrograMaria para promoção da equidade de gênero e diversidade no setor de tecnologia.

TCM – O banco Bmg tem visto os frutos de uma política mais inclusiva e diversa em seus números? O resultado dessa política pode ser mensurado imediatamente?

AK: Nossas pesquisas internas mostram que em um ano tivemos uma notável evolução na saúde organizacional do Bmg. Os colaboradores enxergam que evoluímos em questões como o acolhimento de pessoas de todas as origens, culturas e raças, e que todos possuem as mesmas oportunidades de contratação e promoção.

O índice de satisfação com relação aos eventos que promovem o encontro de grupos minoritários dobrou sua nota. Outro ponto em que tivemos um crescimento de 50% foi dos colaboradores se sentirem seguros e acolhidos pela empresa ao ter discussões honestas sobre diversidade e inclusão.

Texto: Stéfanie Rigamonti
Edição: Renato Carvalho
Arte: Vinicius Martins / Mover
Fotos: Silvia Zamboni / Divulgação

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