IBOV

112.302,05 pts

-1,85%

SP500

4.501,05 pts

+0,33%

DJIA

35.347,41 pts

+0,25%

NASDAQ

15.334,59 pts

+0,22%

IFIX

2.746,12 pts

-0,05%

BRENT

US$ 84,47

+0,17%

IO62

¥ 710,50

+0,56%

TRAD3

R$ 8,48

-0,23%

ABEV3

R$ 15,30

-2,04%

AMER3

R$ 38,45

-1,58%

ASAI3

R$ 16,72

-1,41%

AZUL4

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B3SA3

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-2,70%

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BBSE3

R$ 21,56

-0,55%

BRML3

R$ 8,33

-2,91%

BBDC3

R$ 18,03

-2,43%

BBDC4

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BRAP4

R$ 53,40

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BBAS3

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Atualizado há 11 meses

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São Paulo, 1 de dezembro – Após um mês de quebra de recordes, com a perspectiva de uma recuperação econômica global impulsionada por vacinas e abundância de liquidez pelo mundo, o investidor na B3 almeja um dezembro positivo para a bolsa, sobretudo, mais perto do Natal. No entanto, o gatilho para maiores altas, ou baixas, será movido pelo que acontecer em Brasília com a agenda econômica.

A força do ingresso de capital estrangeiro, que foi o motor por trás da rápida recuperação do Ibovespa, “deve manter o índice em tendência ascendente no curto prazo”, disse Victor Penna, chefe de análise da BB Investimentos. 

Após disparar 15,90% em novembro, melhor desempenho mensal desde março de 2016, o desafio da bolsa doméstica será manter o vigoroso volume financeiro médio diário acima dos R$30 bilhões visto no mês anterior. 

No entanto, o exterior mais ameno, as revisões de expectativas de lucros para as companhias brasileiras para 2021 e a perspectiva sobre a vacina podem ser ofuscadas pelo ritmo de avanço na aprovação da agenda econômica local – que pode impactar a confiança e até forçar um aumento nos juros no ano que vem.

Investimento em mercados emergentes deve continuar

Há riscos, mas “aguardo que na metade do mês possa ocorrer um novo rali, pois deve começar a vacinação na Europa e Estados Unidos. Com este evento se confirmando, as bolsas de valores devem mostrar forte alta e fica um cenário mais otimista para 2021”, avalia Pedro Galdi, analista da Mirae Asset. 

Na opinião de Pedro Albuquerque, gestor do fundo Cosmos e contribuidor do TC, o fluxo para os mercados emergentes deve continuar. Entre 1 de novembro e 25 de novembro, os estrangeiros haviam ingressado mais de R$30 bilhões na B3, um recorde mensal. 

Para Filipe Villegas, estrategista-chefe da Genial Investimentos, “a vacina batendo na porta” deixa os ativos em renda variável mais apetecíveis no mês. Contudo, Christian Lupinacci, trader de ações na Armor Capital, acredita que o Ibovespa deve ter um mês positivo, mas não como novembro e com “alta mais concentrada a partir da segunda quinzena. Até lá, o mercado vai lateralizar, acomodar um pouco, devido à força de novembro”, observa.

Coronavírus e reformas fiscais devem influenciar na bolsa

O comportamento da bolsa brasileira em dezembro vai depender de dois fatores principais. O primeiro está relacionado ao coronavírus, já que existem problemas sérios de logística e principalmente de armazenamento das vacinas e como se comporta a segunda onda da Covid-19. 

O outro fator é como o governo vai endereçar reformas, nível de endividamento, a aprovação do Orçamento da União para 2021 e as privatizações. “Enfim, uma maior clareza do governo com relação ao pretende fazer em termos de ajuste da economia”, avalia Álvaro Bandeira, economista-chefe da Modalmais. 

Como ele, Villegas da Genial também acredita que o grande assunto em dezembro serão as decisões de Brasília. “Muito se espera de sinalizações sobre a agenda de reformar e a possibilidade de não ocorrer o recesso parlamentar. Um avanço nessas duas frentes seria muito bem recebido pelo mercado”, afirma.

Papéis que sofreram na pandemia devem se destacar

Outros riscos incluem o quadro de contaminação de Covid-19 no Brasil, em meio a uma segunda onda no exterior. As ações de empresas ligadas ao segmento de infraestrutura são as que podem se dar melhor no mês, disse Bandeira, “incluindo petróleo, área de energia, minério de ferro, cobre e outros minerais”. 

Para ele, o segmento bancário “é sempre um setor interessante”, mas as instituições, diz, vivem um quadro de redução de rentabilidade, o que “limita um pouco a sua arrancada”. 

Já Lupinacci gosta do setor de proteínas, como JBS, Minerva, Marfrig e Brasil Foods, assim como das utilidades, como Sabesp, Sanepar, Engie e Alupar. Frigoríficos também estão no radar de Albuquerque, que gosta de Oi e Cogna. 

Para Galdi, “primeiro andam mais forte aqueles papéis que foram penalizados pela Covid-19, tipo, aviação, bancos, turismo e entretenimento. Mas outros setores tendem a subir também”. 

Texto: Bárbara Leite
Edição: Guillermo Parra-Bernal e Letícia Matsuura
Imagem: TC Mover

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