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Receio de guerra aumenta e derruba bolsas; no radar, Ucrânia, Fed, opções: Espresso

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Receio de guerra aumenta e derruba bolsas; no radar, Ucrânia, Fed, opções: Espresso

O Ibovespa interrompeu o rali e as bolsas americanas registraram forte queda com o aumento na tensão entre Rússia e Ucrânia

Receio de guerra aumenta e derruba bolsas; no radar, Ucrânia, Fed, opções: Espresso
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Atualizado há 3 meses

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São Paulo, 17 de fevereiro– As bolsas fecharam em forte queda hoje, refletindo o aumento da tensão entre Rússia e Ucrânia, com acusações de agressões mútuas e trocas de ameaças entre Estados Unidos e Moscou. Os russos passaram a exigir a autonomia das províncias rebeldes da Ucrânia e a saída das forças americanas do Leste Europeu.

O receio de uma guerra fez o Dow Jones fechar com a maior queda do ano e o Nasdaq perder quase 3%, aumentado a procura por ouro, dólar e por Treasuries. No Brasil, o Ibovespa e o dólar acompanharam o exterior.

Receio e derretimento das bolsas

Nos Estados Unidos, a sessão foi negativa, refletindo a tensão entre Rússia e Ucrânia, que aumentou a busca dos investidores por proteção, especialmente após o Secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, dizer que Moscou prepara pretextos para um ataque ao território ucraniano nos próximos dias. O S&P500 caiu 2,12%, o Nasdaq 100 fechou em queda de 2,96%, e o Dow Jones perdeu 1,78%.

O rendimento dos títulos de dez anos fechou em queda de 7,3 pontos-base e o índice do dólar, o DXY, subiu 0,11%. O VIX, o índice do medo, subiu 15,0%. O petróleo caiu com a expectativa de avanço nas negociações entre EUA e Irã

Pausa no rali

No Brasil, o dólar futuro fechou em alta de 0,60%, cotado a R$5,181. A divisa americana oscilou no início da sessão, mas devido à escalada das tensões entre a Rússia e Ucrânia acentuou a alta.

Além disso, o fluxo comprador por parte de corretoras locais como Itaú e Bradesco ao longo das prévias da taxa PTAX corroborou para o movimento altista na sessão. As taxas dos contratos de juros fecharam em alta de até 12 pontos-base.

O Ibovespa fechou em queda de 1,43%, aos 113.528 pontos, interrompendo a sequência de sete altas e refletindo o impacto do setor de mineração e siderurgia, além dos temores com os conflitos da Ucrânia.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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