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Atualizado há 29 dias

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São Paulo, 29 de outubro – As receitas das empresas de saúde tendem a vir melhores no terceiro trimestre, com a retomada gradual de procedimentos eletivos neste ano. Mas custos e sinistralidade devem continuar pressionando margens e geração de caixa de alguns segmentos.

Hospitais, laboratórios e planos de saúde sentem impactos diferentes em seus resultados com o retorno da população a consultas, cirurgias e, em consequência, exames postergados durante os principais picos da pandemia, explicam os analistas.

“Enquanto hospitais e laboratórios ganham com a volta dos serviços eletivos, cujas receitas e margens são melhores, pesam nas operadoras de planos o aumento da sinistralidade, pela carga da demanda antes represada. Isso pode ter machucado as margens e, também, a geração de caixa”, diz o estrategista-chefe do TC Matrix, Hugo Queiroz.

Os últimos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, mostram salto de 73,3% para 84,2% na taxa de sinistralidade entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano. “Deve começar a reduzir mais fortemente apenas no quarto trimestre”, observa Queiroz.

Analista especializado em saúde do Inter, Breno de Santos Paula acredita que a taxa de sinistralidade já começou a convergir a patamares históricos pré-pandemia. Operadores como Hapvida, Grupo NotreDame Intermédica e Odontoprev, cobertas pelo analista, se encaixam nesse perfil.

“A melhora no nível de emprego formal no país também é positiva para as receitas das operadoras”, complementa Paula. O estoque positivo de contratações reflete no aumento de beneficiários, uma vez que os planos de saúde pagos totalmente ou em parte pelas empresas representam a maior fatia do total de brasileiros na medicina privada.

Em julho, segundo a ANS, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 3,3%, na base anual, para 48,4 milhões. Os planos na categoria coletivo empresarial responderam por 33,1 milhões desse total.

Pressão sobre empresas de saúde

Para o Itaú BBA, o retorno dos procedimentos eletivos, entretanto, ainda pode ter vindo aquém do esperado para as empresas de saúde. E não deve ter sido suficiente para cobrir a oferta de leitos vazios, antes destinados a pacientes com Covid-19.

Por isso, redes hospitalares como Mater Dei e Rede D’Or podem apresentar queda no EBITDA, afirmam os analistas do Itaú BBA liderados por Vinicius Figueiredo. Especialistas citam ainda que os tickets médios das empresas de saúde estão com valores estagnados.

A alta nas taxas de juros, observa o Itaú BBA, também levará a despesas financeiras maiores, impactando laboratórios como o Alliar, que terá aumento no faturamento, mas EBITDA estável. Para as operadoras de planos, os analistas do Itaú preveem lucros espremidos.

Exames e fusões

Laboratórios sentem impactos semelhantes aos dos hospitais, com aumento de exames ocasionados pela alta da demanda por procedimentos eletivos. Mas Paula lembra que eles conseguiram passar pela pandemia sem grandes prejuízos.

“Exames para detecção do coronavírus, entre outros decorrentes da doença, sustentaram as receitas. Agora, a volta mais forte dos procedimentos eletivos compensará a queda nas receitas com a Covid-19”, explica Paula.

Fleury foi um dos laboratórios que mais souberam driblar a pandemia, diz o analista do Inter, diversificando o modelo de atuação, com a oferta, por exemplo, de exames realizados em domicílio. “Um modelo que veio para ficar”, diz Paula.

“Os laboratórios devem ter uma dinâmica robusta, pois uma utilização maior contribui para diluir custos”, endossa Queiroz. Paula ressalta também o forte movimento de aquisições entre empresas de saúde, incluindo as compras realizadas por Fleury, que trazem mais receitas.

Para o estrategista do TC Matrix, o movimento de fusões e aquisições deverá continuar forte, impactando positivamente nos resultados das companhias. Na cotação das ações, contudo, o impacto será menor, ele acredita, pois o mercado já vem incorporando essa dinâmica.

Dentre as principais companhias de saúde da B3, a Fleury abriu a temporada de balanços na última quinta-feira, 28, após o fechamento do mercado, superando consenso. A empresa reportou lucro líquido ajustado de R$103,5 milhões no terceiro trimestre, o que representa uma queda de 21,7% em relação ao mesmo período de 2020. O resultado se deve à rápida expansão das despesas da companhia, que realizou investimentos robustos, num montante três vezes maior do que o valor desembolsado no ano anterior.

Rede D’Or é a próxima a reportar seus resultados, em 3 de novembro, enquanto que Qualicorp e Mater Dei divulgam balanços em 9 de novembro. NotreDame Intermédica será em 10 de novembro, e Hapvida e Dasa soltam balanços em 11 de novembro.

Texto: Iolanda Nascimento
Edição: Gustavo Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover

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