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Rio de Janeiro, 12 de agosto – O volume de serviços no Brasil avançou em junho, ampliando o distanciamento frente ao nível pré-pandemia em fevereiro de 2020, e alcançando, também, o patamar mais elevado desde maio de 2016. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

Segundo o IBGE, o volume de serviços avançou em junho 1,7% ante maio, considerando o ajuste sazonal. Com isso, acumulou ganho de 4,4% nos últimos três meses. O setor ficou 2,4% acima de fevereiro de 2020, em um período pré-pandemia. Ainda assim, o volume de serviços está 9,1% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014.

Já em relação ao mesmo período de 2020, o volume de serviços registrou a quarta taxa positiva consecutiva ao avançar 21,1% em junho de 2021. O acumulado no ano chegou a 9,5% e o acumulado em 12 meses, a 0,4%.

Todas as atividades de serviços mostraram otimismo

O IBGE apontou que todas as cinco atividades registradas do setor mostraram otimismo em junho, com destaque para as atividades de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com 28,0%, que exerceu a principal contribuição positiva sobre o volume total de serviços, impulsionado pelo aumento de receita das empresas pertencentes aos ramos de transporte rodoviário de passageiros e de cargas, transporte aéreo de passageiros, gestão de portos e terminais, entre outros.

De acordo com o analista da pesquisa, Rodrigo Lobo, apesar do avanço em todas as atividades, o resultado se deve ao conjunto de serviços que conseguiram se beneficiar da pandemia ou não foram tão afetados pela crise, como serviços de tecnologia da informação, consultoria empresarial e transporte de cargas. “São setores mais dinâmicos, focados em inovação, em capital do que em mão de obra, que conseguiram se reposicionar aproveitando as oportunidades geradas pela pandemia, dado o efeito que ela teve na atividade econômica”, explica Lobo.

Com o resultado dos serviços, o setor que possui o maior peso no Produto Interno Bruto, PIB, registrou alta de 2,00% no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses de 2021.

Texto: Cíntia Thomaz
Edição: Guilherme Dogo  e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover


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