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Sócio da Nexgen Capital vê com otimismo setor de energia em 2022

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Sócio da Nexgen Capital vê com otimismo setor de energia em 2022

José Victor Cassiolato disse à TC Rádio que prefere setores menos sensíveis à escalada da taxa de juros, como o da energia

Sócio da Nexgen Capital vê com otimismo setor de energia em 2022
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 10 de janeiro – A Nexgen Capital vê com otimismo as oportunidades para o setor de energia em 2022, diante da maior incidência de chuvas que reduzem as chances de haver uma crise hídrica no país, além disso, a empresa de investimentos está de olho nas perspectivas de crescimento da produção industrial.

“Nós preferimos esses setores, como o de energia, que estão ligados a uma dinâmica mais positiva de crescimento e menos sensível à elevada taxa de juros. É um setor que apresenta menos volatilidade que a bolsa”, afirmou José Victor Cassiolato, sócio e estrategista da Nexgen Capital, em entrevista à TC Rádio.

A sucessiva escalada da taxa básica de juros, a Selic, é uma ferramenta usada pelo Banco Central para tentar controlar a inflação. Assim, em um movimento mais contracionista, como o atual, os juros encarecem os créditos e freia o consumo. Na contramão, os juros mais baixos podem estimular o consumo e a economia.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, de dezembro será divulgado amanhã. O dado é considerado pelo Banco Central a inflação brasileira. Em novembro, o índice subiu 0,95% na comparação com outubro, conforme dados do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para o executivo, a inflação determina o que vai acontecer com o resultado do investidor no cenário doméstico. Ele reitera que a alta nos preços tem sido um desafio constante ambiente internacional.

Ano desafiador

Após quatro dias seguidos de queda, o Ibovespa fechou a sexta-feira em alta de 1,14%, a 102.719 pontos. Segundo Cassiolato, 2022 será um ano desafiador com as eleições, alta dos juros e pressão inflacionária.

No programa Espresso da Manhã, Cassiolato comentou também que o mercado de gerenciamento de fortunas no Brasil deve crescer 10% ao ano no país nos próximos cinco anos, e vai precisar de mais profissionais especializados no assunto.

Texto: Cintia Thomaz
Edição: Allan Ravagnani e Letícia Matsuura
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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