IBOV

112.150,40 pts

+1,76%

SP500

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+1,68%

DJIA

34.648,19 pts

+1,02%

NASDAQ

14.530,12 pts

+2,69%

IFIX

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-0,65%

BRENT

US$ 90,32

+2,40%

IO62

¥ 773,00

+0,98%

TRAD3

R$ 4,59

+5,03%

ABEV3

R$ 15,07

+2,37%

AMER3

R$ 35,23

-0,19%

ASAI3

R$ 12,48

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B3SA3

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+4,50%

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BBSE3

R$ 21,11

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BRML3

R$ 9,24

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BBDC3

R$ 18,26

+0,11%

BBDC4

R$ 22,14

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BRAP4

R$ 27,27

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BBAS3

R$ 31,75

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R$ 49,10

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R$ 23,13

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BPAC11

R$ 23,77

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CRFB3

R$ 15,69

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CCRO3

R$ 12,40

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R$ 12,94

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R$ 37,51

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R$ 6,92

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IO62

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TRAD3

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ABEV3

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+2,37%

AMER3

R$ 35,23

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ASAI3

R$ 12,48

+1,46%

AZUL4

R$ 28,06

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B3SA3

R$ 13,92

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R$ 28,13

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CVCB3

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R$ 11,73

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NTCO3

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HAPV3

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HYPE3

R$ 30,18

+2,44%

IGTA3

R$ 33,24

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GNDI3

R$ 71,61

+3,33%

IRBR3

R$ 3,28

+3,14%

ITSA4

R$ 9,82

+0,82%

ITUB4

R$ 24,04

-0,28%

JBSS3

R$ 35,60

-1,49%

JHSF3

R$ 6,13

+5,32%

KLBN11

R$ 24,40

+1,11%

RENT3

R$ 58,68

+5,25%

LCAM3

R$ 25,93

+4,47%

LWSA3

R$ 9,45

+3,96%

6,56

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LREN3

R$ 28,22

+4,48%

MGLU3

R$ 7,03

+4,61%

MRFG3

R$ 23,56

-0,29%

BEEF3

R$ 9,72

-0,20%

MRVE3

R$ 13,28

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MULT3

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PCAR3

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PETR3

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VBBR3

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PRIO3

R$ 23,79

-0,37%

QUAL3

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SBSP3

R$ 36,63

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R$ 37,70

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TIMS3

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VALE3

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VIIA3

R$ 4,45

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WEGE3

R$ 31,17

+3,21%

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R$ 21,22

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Atualizado há mais de 2 anos

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A mídia no Brasil é cheia de surpresas, especialmente quando se trata do governo Jair Bolsonaro – que, mesmo polêmico e bagunçado, ainda é incompreendido na forma como opera e como se relaciona com as instituições. O pessimismo que rondava as redações e se espalhou pelas mesas de negociação na segunda-feira se transformou, subitamente, em otimismo dois dias depois, com Congresso e governo trabalhando para acelerar a pauta de votações de medidas provisórias importantes para ajudar a reviver a economia e evitar uma paralisação da administração federal. Enquanto o mercado se antecipou à melhora, quiçá porque a análise de quem aplica o dinheiro tende a ser mais despida de emoções que a do editor mais preocupado pelo impacto da manchete, os jornais acordaram tarde e se encontraram com a celeridade da tramitação da pauta legislativa.

 

Ontem à noite, foi aprovada a medida provisória do setor aéreo, que permite as empresas estrangeiras adquirirem 100% de participação acionaria de concorrentes locais, porém com a volta do despacho gratuito de bagagem em voos. A pauta ainda precisa ser votada hoje no Senado para se tornar lei. A discussão da Reforma da Previdência na comissão especial da Câmara e as possíveis votações da admissibilidade da Reforma Tributária na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e das medidas provisórias da Reforma Administrativa e da criação da NAV formam parte do cardápio de eventos que o investidor deve ficar de olho no dia de hoje. A melhora do clima não quer dizer que não veremos sobressaltos no andamento dessa pauta, nem que haja riscos pela frente: tirando a área econômica e de infraestrutura, o governo ainda se mostra amador na gestão da sua comunicação e da sua agenda política. Bolsonaro ainda cria ruído quando toca temas polémicos. Sempre há risco que exagere na dose do populismo.

 

Assim, o mercado doméstico pode estender a recuperação dos últimos dois pregões, embora o exterior, diferentemente dos dias recentes, ofereça algum risco baixista a essa previsão. Segundo um gestor sediado em Hong Kong, o mercado finalmente entendeu que a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China já não se limita mais a eles. A decisão da administração do presidente americano Donald Trump de limitar o acesso a fornecedores americanos para a empresa de equipamentos de telecomunicações chinesa Huawei e que pode agora se estender às empresas chinesas de vigilância, deve forçar companhias ao redor do mundo a repensar suas cadeias de suprimentos. As decisões desta semana terão reverberações muito profundas, porque elevam o risco de realinhamento das relações econômicas globais. As bolsas europeias operam levemente no azul, enquanto os futuros dos índices acionários americanos estão no vermelho – sinal de apreensão com o cenário.

 

Na agenda, um assunto que ocupa a cabeça do investidor é a divulgação da ata da última reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve, com o agravante de que quatro membros do comitê falarão hoje em discursos separados. Dólar americano e o rendimento dos Treasuries de dez anos recuavam na manhã de hoje. O foco do investidor se centrará não somente no consenso existente dentro do comitê, conhecido como FOMC, sobre a sinalização recente do presidente da autarquia, Jerome Powell, de que não há suficiente evidência que justifique mexer a taxa-alvo para alguma direção no curto prazo. Na madrugada de hoje, um dos diretores do Fed, James Bullard, disse que a alta dos juros em dezembro pode ter “exagerado um pouco” e que, se a inflação continuar abaixo da meta, ele favoreceria um corte deles.

 

Também na agenda, teremos os dados parciais de maio sobre fluxo de moeda estrangeira no Brasil – um bom indicador de apetite do investidor não residente em ativos brasileiros. Além da ata do Fed, teremos o discurso do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, a publicação dos dados de estoques semanais de petróleo bruto nos EUA e números de inflação no Reino Unido. Já no plano corporativo, os destaques vêm para o iminente anúncio da compra da Avon pela brasileira Natura, que pode atingir US$2 bilhões, de acordo a informação de agências, e do contrato de venda antecipada de minério da CSN. Fique de olho nas reuniões de Bolsonaro com políticos e nas recomendações do relatório bimestral de avaliação orçamentária – que deve se abster de anunciar algum contingenciamento de verbas.

 

 

 

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Mercado hoje, segundo Contribuidores TC

 

 

Os índices acionários nas principais praças financeiras do mundo oscilavam nesta quarta-feira, com investidores atentos à divulgação da ata do Fed, que pode trazer mais pistas sobre os rumos dos juros na maior economia do mundo, e os desdobramentos do caso Huawei na disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. Sobre esse último ponto, os EUA cogitam estender restrições comerciais a empresas de segurança chinesa, o que é visto como mais uma provocação em meio a demoras para resolver a disputa entre os dois países.

 

Bolsas: O índice Xangai Composto fechou em queda de 0,49%, puxado pelas ações da empresa de tecnologia de vigilância chinesa Hikvision – um dos alvos de possíveis restrições comerciais americanas. Os futuros dos índices acionários americanos S&P500 e Dow Jones Industrials oscilavam próximo da estabilidade, em linha com o índice pan-europeu Stoxx 600, que subia pouco menos de 0,10%.

 

 

 

 

Principais notícias corporativas

 

 

Petrobras: Petrobras mostra interesse por 2 áreas em leilão no pré-sal; estima R$21 bi em bônus (Reuters)

 

Carrefour Brasil: O Carrefour Brasil ajustou montante de juros sobre capital próprio e irá pagar R$0,045371926 por ação.

 

Telecomunicações: Teles pedem que Brasil não entre na guerra dos EUA contra a Huawei (Valor)

 

CSN: CSN negocia contrato de minério com chinesas Citic e Minmetals (Valor)

 

Vale: Porto Sudeste tentar impedir no Cade a compra da Ferrous pela Vale (Valor)

 

Braskem: Braskem muda conselheiros a pedido da PwC (Valor)

 

Suzano: Suzano capta US$ 1,25 bi no mercado externo (Valor)

 

Santander Brasil: É hora de continuar no ataque, mas com maior rigor, diz presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial (Valor)

 

Azul: Avianca Brasil diz à Justiça que proposta da Azul é inviável (Valor)

 

Banco do Brasil: O Banco do Brasil informou que o novo valor de pagamento de juros sobre capital próprio será de R$0,414 por ação.

 

 

 

Agenda do dia

 

 

Indicadores nacionais

12h30 Fluxo cambial estrangeiro – Banco Central

 

Indicadores internacionais

05h30 Reino Unido – Núcleo IPC anual (abril)

05h30 Reino Unido – IPC anual (abril)

05h30 Reino Unido – IPC mensal (abril)

05h30 Reino Unido – IPP produtos acabados mensal (abril)

05h30 Reino Unido – IPP produtos acabados anual (abril)

08h00 EUA – Pedidos de Hipotecas semanal – MBA

11h30 EUA – Estoques de petróleo bruto

21h30 Japão – Prévia do PMI Industrial (maio)

 

DISCLAIMER: Este newsletter não tem o objetivo de promover a venda de títulos e valores mobiliários específicos, e sim, de informar correta e oportunamente a quem o recebe.

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