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Atualizado há cerca de 1 mês

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Brasília/São Paulo, 6 de dezembro – Um cenário com pouca margem fiscal e orçamentária, além de um ambiente externo desfavorável, podem dificultar as intenções do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de implementar uma agenda de redução da pobreza e incentivo ao crescimento, caso vença realmente as eleições.

O contexto, muito diferente de 2002, quando ele ganhou sua primeira disputa, vem sendo antecipado por seu entorno em encontros com aliados tradicionais do PT, como movimentos sociais, para reduzir expectativas e, se necessário, preparar condições para uma negociação social ampla sobre o papel do Estado pós-pandemia.

Interlocutores históricos de Lula que falaram ao Scoop by Mover têm a clareza de que o espaço para um Estado forte será pequeno. Por outro lado, analistas já preveem que boa parte de um eventual primeiro ano de governo seria consumido por acordos em torno do ajuste fiscal.

Incertezas da estratégia econômica

De sua parte, Lula tem repetido que a credibilidade fiscal e macroeconômica de suas gestões lhe favorece junto a possíveis credores. Com isso, quer aumentar o endividamento para lançar estímulos sociais e de infraestrutura.

O ex-presidente demonstra que deseja ser reconhecido pelos agentes econômicos como o líder confiável para administrar a trajetória da dívida em conciliação com maiores gastos, e não pelos erros de sua sucessora Dilma Rousseff.

Porém, até aqui, ele não apresentou a conta que considera necessária, o que dificulta a precificação realista de sua agenda e deixa no escuro os efeitos, sejam positivos ou negativos, para empresas, setores e índices atrelados aos juros e ao câmbio.

Nesse sentido, é positiva a decisão de centralizar em si os posicionamentos sobre economia. A sinalização de uma chapa ao centro, como o ex-governador paulista Geraldo Alckmin na vice, reforçaria essa credibilidade, na visão de parte dos analistas. Falta, porém, combinar com “os russos” do mercado.

Conforme relatado ao Scoop, Lula não fala em reverter privatizações e, assim como em 2003, jogará nas “quatro linhas da Constituição”.

Tendências

Por enquanto, o petista continua firme na decisão de não reeditar uma “Carta ao Povo Brasileiro”. O tempo para a eleição é considerado longo e a prioridade, no momento, é unir grupos de esquerda e reconstruir alianças na geopolítica regional, segundo reportado.

O petista, contudo, tem dito que pode dobrar a aposta em um assessor econômico “político” cercado de opinião diversificada.

Uma analogia utilizada é com o futebol: em 2002, o então prefeito de Ribeirão Preto, Antonio Palocci, emplacou no cargo de Ministro da Fazenda no segundo tempo. Já Henrique Meirelles, eleito deputado federal pelo PSDB de Goiás, foi escolhido presidente do Banco Central na prorrogação.

No PT, há condições para se formar maioria pela composição com o centro, pois Lula é a principal referência interna do campo moderado. Mas uma coalizão precisaria assumir um perfil de “união nacional”, para além de centro-esquerda.

Os movimentos de Lula ao centro se concentram ainda em atrair personagens históricos do PSDB, apoios do MDB e de legendas do Centrão nos estados. Não se descarta, já no primeiro turno, receber adesão do PSD, por meio de difíceis composições em Minas Gerais.

As próximas rodadas de pesquisas podem confirmar se a aliança com Alckmin, por meio do PSB, agregaria potencial de vitória a Lula no primeiro turno, o que pode selar o desfecho do balão de ensaio.

Já a recepção de uma chapa ao centro pode influenciar as possíveis escolhas de o quanto Lula se comprometerá, mais a frente, com os agentes econômicos.

Texto: Leopoldo Vieira e Machado da Costa
Edição: Allan Ravagnani
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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