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Bolsonaro veta R$3,1 bilhões do Orçamento de 2022: Panorama Político

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Bolsonaro veta R$3,1 bilhões do Orçamento de 2022: Panorama Político

Sancionado o Orçamento, vai iniciar a corrida para garantir uso dos recursos, quando parlamentares tentarão antecipar a execução de emendas

Bolsonaro veta R$3,1 bilhões do Orçamento de 2022: Panorama Político
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Atualizado há 4 meses

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Brasília, 24 de janeiro – O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2022 vetando R$3,1 bilhões de despesas discricionárias e emendas de comissão, além de reservar R$1,7 bilhão, já previsto, para reajuste de servidores não especificados. As emendas de relator foram mantidas em R$16,5 bilhões.

Sancionado o Orçamento, inicia-se agora a corrida para garantir uso dos recursos, quando parlamentares tentarão antecipar a execução de emendas e a liberação do fundo partidário, mantido em R$4,9 bilhões. Uma das contrapartidas exigidas pelo governo pode ser o projeto para reduzir preço dos combustíveis.

Falando nisso, a estabilização dos preços dos combustíveis, gás de cozinha e energia elétrica foi sugerida pelo futuro líder do governo no Senado, Alexandre Silveira, como primeira agenda a ser tocada em fevereiro na volta do Congresso, disse a CNN Brasil no fim de semana.

Silveira deve ser o autor de uma Proposta de Emenda à Constituição, cujo texto pretende fechar até a próxima semana, que reduziria os preços mexendo em impostos federais. Não se descarta autorizar que os estados também possam reduzir tributos sobre combustíveis, como o ICMS.

Confira a seguir mais notícias políticas que estão no radar do mercad0 nesta segunda-feira.

Eleições de 2022

O pré-candidato do PSDB para a corrida presidencial, João Doria, definiu como estratégia centrar fogo no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reportou a Folha de S. Paulo no fim de semana.

Já a pressão pública dos tucanos descontentes com Doria terá largada em duas semanas, afirma Lauro Jardim, em O Globo. O grupo que reúne Aécio Neves, Tasso Jereissati e Eduardo Leite vai se reunir em 2 de fevereiro para dizer que não se sentirão compromissados com Doria se sua candidatura não deslanchar até março.

Jereissati disse ao Valor Econômico que vê a pré-candidata do MDB, senador Simone Tebet, como nome mais promissor contra Lula e Bolsonaro por seu destaque na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19.

E para conquistar o apoio da União Brasil ou evitar a adesão do ex-juiz Sergio Moro a ela, nomes governistas podem abrir mão de candidaturas em estados como a Bahia, onde o ministro da Cidadania, João Roma, poderia sair da disputa em favor do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, diz o Globo.

Texto: Leopoldo Vieira
Edição: Lucia Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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