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Atualizado há cerca de 1 mês

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Brasília, 21 de outubro - O Brasil pode se beneficiar com US$17 bilhões se um projeto para regulamentar o mercado de crédito de carbono no Brasil, de autoria do vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos, for aprovado nos próximos dias.

O projeto pretende dar um sinal para o mundo, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021, de que o Brasil é um país comprometido com a redução de emissões de gases de efeito estufa, explicou o deputado.

O valor de US$17 bilhões que podem vir ao Brasil é referente ao potencial de exportação de crédito de carbono, depois que a regulamentação auxiliar no ajuste entre grandes e pequenos emissores de crédito de carbono no Brasil. É esperado que esse ajuste leve a uma sobra de créditos que poderão ser vendidos no exterior.

A proposta se antecipa às medidas de taxação aos produtos de alta emissão de carbono por mercados como Europa e Califórnia, nos Estados Unidos, o que deve favorecer as empresas e as exportações brasileiras.

“O mundo já não confia em palavras do Brasil, precisa de gestos”, afirmou Ramos, justificando a escolha do parlamento como autor de uma medida mais efetiva. Além disso, a B3 e a Nasdaq já consideram o mercado de crédito de carbono para precificar ativos, apontando uma tendência internacional.

De olho na COP-26

A articulação mediada pelo próprio presidente da Câmara, Arthur Lira, prevê votar o projeto já nesta semana, sinalizando uma virada de chave na agenda legislativa, até então concentrada na pauta econômica defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

A celeridade prometida na tramitação do PL tem como objetivo fazer com que o Brasil chegue à COP-26, que vai de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, com regras aprovadas no mercado de crédito de carbono.

O projeto recebeu apoio da Confederação Nacional da Indústria, da Confederação Nacional da Agricultura, de uma coalizão de 18 governadores e da Coalizão Brasil, Florestas e Agricultura, da qual fazem parte cientistas, empresas como Marfrig, JBS, Bayer e Natura, e bancos como Itaú e Bradesco.

Ao Scoop by Mover, a Bayer reforçou a importância dos avanços na regulamentação do mercado de carbono no Brasil. “Neste momento, o mais importante é garantir a integridade dos créditos, como a transparência na contabilidade. Estamos focados na qualidade do texto”, informou.

Texto: Leopoldo Vieira e Simone Kafruni

Edição: Renato Carvalho e Stéfanie Rigamonti

Arte: Vinicius Martins / Mover

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