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Atualizado há 30 dias

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São Paulo, 21 de setembro – O presidente Jair Bolsonaro foi o primeiro líder de Estado a discursar na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira. O mercado esperava com apreensão as falas, que apesar de terem mantido o tom conservador em relação aos costumes, exaltaram ‘progressos econômicos’ do governo Bolsonaro.

Bolsonaro abriu o discurso dizendo que seu posicionamento mais conservador livrou o Brasil do comunismo e do financiamento de obras em países comunistas com o dinheiro dos brasileiros, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES. “Apresento agora um novo Brasil com sua credibilidade já recuperada”, declarou o presidente.

A partir daí, Bolsonaro trouxe números para mostrar que estava apostando no desenvolvimento do Brasil. “Até aqui, foram contratados US$ 100 bilhões de novos investimentos e arrecadados US$ 23 bilhões em outorgas. Na área de infraestrutura, leiloamos, para a iniciativa privada, 34 aeroportos e 29 terminais portuários”, afirmou.

O presidente ainda destacou os novos contratos privados para a construção de ferrovias: “Em nosso governo promovemos o ressurgimento do modal ferroviário”. E destacou avanços em relação ao saneamento básico, com o leilão no setor em abril, e da internet 5G, cujo leilão para implementação da rede deve ocorrer em breve.

“Temos tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo”, frisou.

Pauta ambiental

Bolsonaro também usou boa parte do discurso para falar sobre o meio ambiente, objeto de protestos na chegada do presidente a Nova York. “Nossa moderna e sustentável agricultura de baixo carbono alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e utiliza apenas 8% do território nacional’, disse. “São 8,5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 66% são vegetação nativa, a mesma desde o seu descobrimento, em 1500”, continuou.

Especificamente em relação à Amazônia, Bolsonaro disse que “84% da floresta está intacta, abrigando a maior biodiversidade do planeta”. E que houve redução de 32% do desmatamento em agosto, em comparação com o mesmo mês do ano passado. “Os senhores estão convidados a visitar a nossa Amazônia”, provocou.

O presidente ainda falou em antecipar 10 anos, de 2060 para 2050, o compromisso com a neutralidade climática. “Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal”, declarou.

Na esteira do discurso mais diplomático em relação ao meio ambiente, Bolsonaro ainda falou na preservação de reservas indígenas e no compromisso do Brasil com a Convenção Interamericana contra o Racismo e Formas Correlatas de Intolerância. Também disse que o país incentiva a liberdade de culto e de expressão.

Pandemia

Apesar do tom mais diplomático no restante do discurso, Bolsonaro não cedeu ao falar das formas adotadas pelo Brasil no tratamento à pandemia de coronavírus. O presidente da República disse lamentar todas as mortes, e destacou que sempre defendeu o combate ao vírus, mas na mesma medida do combate ao desemprego. A partir daí, voltou a criticar as medidas de distanciamento social.

“As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial, nos gêneros alimentícios no mundo todo”, declarou.

Bolsonaro também exaltou o plano de imunização contra a Covid-19 no Brasil. Disse ser a favor da vacina, mas contrário ao passaporte sanitário, que tem sido adotado por diversos países, e que obriga a vacinação para a entrada em determinados estabelecimentos comerciais e eventos.

Além disso, o presidente da República voltou a defender o tratamento precoce com medicamentos que ainda não possuem comprovação científica no tratamento do coronavírus. E questionou países que não fazem o mesmo. “A história e a ciência saberão responsabilizar a todos”, disse.

Aceno aos apoiadores fiéis

Bolsonaro não perdeu a oportunidade para sinalizar a seus apoiadores fiéis, ao dizer que “estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção” e chamar a Venezuela de “ditadura bolivariana”. Ele também fez isso quando voltou a culpar governadores por dificuldades da economia, atribuídas por ele a medidas de distanciamento social.

E ao exaltar as políticas emergenciais de auxílio aos mais necessitados. “Lembro que terminamos 2020, ano da pandemia, com mais empregos formais do que em dezembro de 2019, graças às ações do nosso governo com programas de manutenção de emprego e renda que nos custaram cerca de US$ 40 bilhões”, afirmou.

O presidente também chamou atenção de seu eleitorado no encerramento de seu discurso, ao exaltar as manifestações do dia 7 de setembro a seu favor. “Milhões de brasileiros, de forma pacífica e patriótica, foram às ruas, na maior manifestação de nossa história, mostrar que não abrem mão da democracia, das liberdades individuais e de apoio ao nosso governo”.

Texto: Stéfanie Rigamonti
Edição: Leopoldo Vieira
Arte: Vinicius Martins / Mover


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