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Atualizado há 19 dias

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São Paulo, 28 de dezembro – A disputa presidencial que se anuncia entre o presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro apresenta-se como as eleições dos rejeitados. Todos sofrem de grande desaprovação entre a população, principalmente os candidatos da direita: Bolsonaro e Moro. A seguir, uma análise dos elementos essenciais ao panorama político brasileiro em 2022.

Fora do trio Lula-Bolsonaro-Moro, a ausência de um candidato com carisma e espaço político cria um grande impeditivo para que o atual cenário mude até outubro.

Lula surfa na reprovação de Bolsonaro e de sua condução durante a pandemia e angaria as intenções de voto como principal opositor do atual ocupante do Palácio da Alvorada. Deverá reforçar esse discurso ao longo da disputa presidencial, colocando-se como o candidato progressista e aliado da ciência.

Lula ao centro

O candidato petista já possui o monopólio da esquerda e não precisa fazer novos acenos a seu eleitorado — no jargão político, não é necessário pregar para convertidos. A estratégia lulista deverá ser a eleição em primeiro turno e para isso deverá conquistar o centro e parte da direita liberal por meio de promessas econômicas pouco estatizantes.

A tática fica clara com a movimentação em torno da escolha de seu vice, posto cortejado por Geraldo Alckmin, ex-tucano e ex-governador de São Paulo, que possui forte apelo entre empresários e investidores. Se Alckmin disputará ou não a eleição ao lado de Lula, na prática, não é o mais importante. O determinante é o quanto Lula se comprometerá com políticas econômicas liberalizantes.

Moro à direita

Moro possui pouco espaço para se movimentar no espectro direitista do tabuleiro eleitoral, tanto que muitos analistas estabelecem um teto baixo para seu crescimento nas pesquisas — algo em torno de 17%. Ele briga com Bolsonaro nesse campo e no centro: os únicos votos que ele conseguiria são os de bolsonaristas arrependidos.

Isso poderia jogar Moro para o colo de um candidato com mais estrutura, mas menos apelo, como o tucano João Doria. Contudo, analistas acreditam que o navio da candidatura morista já partiu e não tem mais condições de voltar para o porto.

 E Bolsonaro?

Na história do Brasil após a autorização para reeleição, Bolsonaro é o candidato a continuar no poder mais fraco de todos os tempos. A esquerda voltou a crescer em seu mandato, e o centro — não o Centrão — será disputado por Lula e Moro, não por Bolsonaro.

Apesar de os partidos mais fisiologistas do Congresso darem guarida à candidatura bolsonarista, as métricas atuais projetam um fraco desempenho dele na disputa, mas ainda garantindo sua posição no segundo turno. Por outro lado, uma piora nas intenções de voto de Lula pode transformar Bolsonaro em alvo do voto útil para desbancar o favoritismo do petista.

É um cenário atípico e perigoso, uma vez que as canetadas e declarações de Bolsonaro podem se tornar mais extremas de acordo com seu desempenho na corrida eleitoral.

Festa da democracia

O Fundão Eleitoral de R$4,9 bilhões e as emendas do relator do Orçamento, que somam R$16,5 bilhões, devem garantir a festa da democracia em 2022 — ao menos para os candidatos que possuírem o apoio da máquina pública.

Será a maior distribuição de recursos públicos para potenciais candidatos da história (lembrando que a partir de 2016 foi proibido o financiamento por meio de doações de empresas privadas), o que produzirá campanhas robustas, distribuição de recursos para currais eleitorais e, provavelmente, beneficiará candidatos com mandato.

 Resposta à inflação

Um dos pontos cruciais de uma eleição em que o presidente em exercício é candidato é o desempenho da economia. A inflação, devido ao histórico traumático do país, está sempre no centro da discussão, e em 2022 ganhará posição crucial no debate.

A favor de Bolsonaro está o fato de o PT nunca ter combatido a inflação como deveria. Contudo, a equipe econômica de Paulo Guedes e Roberto Campos Neto entregará um IPCA em 2022 próximo de 10%, e com a Selic em alta.

Para a população, o que importa é o tamanho do carrinho do supermercado que ela pode pagar. Para isso, programas de distribuição de renda podem ser uma resposta de curto prazo agradável para os mais pobres, mas bem desagradável para o mercado financeiro.

Investimento recorde

O Programa de Parceria de Investimentos prevê que 2021 terminará com mais de R$334 bilhões de investimentos contratados para os próximos anos. Na prática, isso é emprego na veia e os índices de desocupação podem ter um choque para baixo ao longo do próximo ano.

As obras estão distribuídas pelas mais diversas áreas da infraestrutura e o setor de saneamento deverá ser o mais beneficiado, após o sucesso recente de leilões estaduais. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, é o homem a receber o crédito de tal feito e gozará de imensa exposição ao longo do próximo ano. Terá muita pedra fundamental para inaugurar.

Ômicron, festas e vacinação

O presidente Jair Bolsonaro deverá continuar em sua posição cética em relação a tudo que se refere à pandemia de covid-19. O surgimento de novas variantes não é tratado como tema relevante, e quaisquer manifestações de governadores e prefeitos a favor de restringir liberdades individuais continuarão a produzir conflitos com o Palácio do Planalto.

O ponto crítico no embate se dá na vacinação, que precisa continuar avançando para evitar ondas sequenciais a partir do surgimento de novas variantes.

Há um tema, contudo, em que os polos se invertem: o Carnaval. Conservador, Bolsonaro e seus seguidores veem na proposta de cancelar a “festa da carne” uma oportunidade de minar o discurso de opositores de esquerda, muito afeitos às festividades.

2022 já começa com ares de que não deixará saudade.

Texto: Machado da Costa
Edição: Lucia Boldrini e Gustavo Bonato
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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