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Atualizado há 28 dias

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São Paulo/Brasília, 23 de dezembro – A histórica dependência de fertilizantes importados, aliada à escalada internacional do preço desses insumos e à transição na produção local, acirraram uma fragilidade na cadeia do agronegócio brasileiro e levaram o governo a buscar alternativas para aumentar a produção local, disseram à Mover fontes dos setores público e privado.

Segundo dados disponibilizados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, em 2020 o Brasil consumiu cerca de 40,5 milhões de toneladas de fertilizantes, das quais 32,8 milhões de toneladas foram importadas.

“Historicamente, o volume de fertilizantes importados oscila entre 83% a 88% do total usado no país”, afirmou ao Scoop by Mover a coordenadora do Núcleo de Inteligência de Mercado da CNA, Natália Fernandes.

Fernandes destacou que o momento combina demanda aquecida dos principais países compradores de fertilizantes, como Brasil, Estados Unidos e Índia, a uma restrição na oferta, inclusive com limitações às exportações por parte de países produtores como China e Rússia.

“Com isso, pelo menos em 2022 não vemos uma tendência de queda expressiva dos preços. Pode até reduzir a força de alta, mas continua num patamar alto no próximo ano”, disse.

Fernandes usou como exemplo o caso da ureia, cujo preço subiu cerca de 170% neste ano nos mercados internacionais. Este insumo é produzido a partir de gás natural, combustível que também teve disparada nos preços globais.

Dados do Ministério da Agricultura confirmam a alta: em novembro deste ano, uma tonelada de ureia custava entre R$5,5 mil e R$6,5 mil. No mesmo mês de 2020, o insumo era vendido a R$2,5 mil por tonelada.

Fertilizantes no Brasil

Em 2018, a Petrobras, então a única fabricante do insumo nacional, decidiu hibernar suas fábricas de fertilizantes nitrogenados, como a ureia, na Bahia e em Sergipe. As duas unidades foram arrendadas pela Proquigel, do grupo Unigel em 2020.

A unidade de Camaçari, na Bahia, foi reinaugurada em agosto e a de Sergipe, em maio. Somadas, elas produzem 1,15 milhões de toneladas por ano, ou cerca de 15% da demanda nacional de ureia.

Questionada sobre a decisão de deixar de produzir ureia, a Petrobras respondeu que a saída do segmento de fertilizantes “está em linha com o plano estratégico da companhia”.

“O contrato de arrendamento com a Proquigel permitiu a continuidade da operação das duas fábricas de fertilizantes, que estavam hibernadas”, informou a estatal à Mover por meio de um comunicado.

O governo espera que as plantas de ureia no Nordeste estejam em pleno funcionamento no próximo ano.

“O pleno funcionamento dessas unidades deverá ocorrer em 2022, mas sua viabilidade econômica está intimamente relacionada ao custo da energia disponível, como o gás natural”, disse à Mover o assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Eduardo Rangel.

O diretor de Relações com Investidores da Unigel, Luiz Felipe Fustaino também destacou à Mover que os preços de produtos que dependem do gás natural continuarão acima da média. “A pressão por um uso maior do gás natural na transição energética, para um mundo de baixo carbono, vai continuar e teremos essa pressão em cima do preço”, afirmou.

Soluções

Para tentar reduzir a dependência das importações, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento trabalha em um “Plano Nacional de Fertilizantes”.

A meta do governo é elevar, em 30 anos, dos atuais cerca de 15% para até 40% a participação da produção local no atendimento à demanda brasileira por fertilizantes, informou o Ministério.

A ideia do plano é corrigir distorções que hoje atrapalham a competitividade da produção local. As dificuldades envolvem desde questões regulatórias e ambientais até a infraestrutura de gasodutos para aumentar o acesso à matéria-prima para a fabricação de nitrogenados.

O deputado federal Jerônimo Goergen, titular da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, acredita que planos com mudanças legais para estimular a produção local são bem-vindos, mas constituem uma solução de médio e longo prazo. Para o curto prazo, ele avalia ser preciso melhorar a relação diplomática com os produtores de fertilizantes, como a China.

“Nós vendemos a soja para a China, então temos de negociar prioridade para a compra do insumo que vem de lá”, disse.

Texto: Bruna Narcizo e Leonardo Goy
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Mover

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