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Atualizado há 12 dias

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Rio de Janeiro/Brasília, 19 de novembro – As prévias do PSDB, que foram interrompidas nesse domingo, 21, devido a uma instabilidade no aplicativo de votação, podem ser um divisor de águas para a competitividade de uma terceira via ante a polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.

Definido o vitorioso entre os governadores de São Paulo, João Doria, do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio, haverá um único tucano a ser considerado nas pesquisas e com legitimidade para costurar alianças.

Espera-se que tais alianças dialoguem com os problemas prioritários da população: inflação, empregos, alta dos combustíveis e a pandemia. Essa pode ser a primeira dificuldade de uma legenda cuja vitrine tradicionalmente é feita de reformas e privatizações.

Histórico de derrotas

O Plano Real, o mais bem sucedido projeto brasileiro de combate à inflação e estabilização econômica, foi conduzido por expoentes do Partido da Social Democracia Brasileira, mas as derrotas em cinco disputas presidenciais desde 2002, quatro delas para o PT, confirmam que a memória nacional não tem favorecido os tucanos.

O impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016 e a participação do PSDB no governo Michel Temer, que patrocinou medidas apoiadas pelo mercado, como o Teto de Gastos, não foram suficientes para a sigla retomar seu lugar.

Em 2018, o partido foi atropelado pela onda antipolítica e perdeu o espaço da centro-direita para o então deputado Jair Bolsonaro. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin obteve somente 4,76% dos votos.

Atualmente, Doria e Leite aparecem nas pesquisas com média de 5% ou menos, e atrás de postulantes como o ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro, recém-filiado ao Podemos, e o ex-governador Ciro Gomes, do PDT. A Eurasia Group e outras casas de análise calculam em 20% as chances de uma terceira via chegar ao segundo turno.

Obstáculos

Na raia da centro-direita, os cerca de 20% a 25% de apoiadores fiéis de Bolsonaro não parecem seduzidos pelas posições tucanas. E o partido terá um duplo desafio, já que além de ultrapassar a barreira bolsonarista, precisa superar Moro e Ciro Gomes.

Outro obstáculo considerável será preservar a unidade partidária devido ao ferrenho combate entre Doria e Leite na campanha das prévias. Contudo, a divisão dos tucanos em eleições presidenciais não será novidade. Foi assim de 2002 a 2018.

Derrotado por Dilma em 2014, o hoje deputado Aécio Neves está por trás da candidatura de Leite. Parte do pleito é um plebiscito da base tucana sobre a continuidade do projeto nacional do PSDB capitaneado por longo tempo pelo mineiro, ex-presidente do partido, em uma estratégia de confronto total com o PT para assegurar o espaço da centro-direita aos tucanos.

A estratégia foi sendo dinamitada a partir de 2016, com a ocupação desse espaço pela nova direita encabeçada por Bolsonaro. A ascensão de João Doria intensificou uma orientação mais antipetista à legenda, ao mesmo tempo em que o PSDB passava a ser alvo de denúncias de supostos casos de corrupção.

Alckmin, em 2018, para demarcar o território de uma terceira via perante Bolsonaro e Fernando Haddad, do PT, resgatou posições de centro-esquerda dos tucanos. O que em parte explica seu insucesso, ante a cooptação do eleitorado tucano pelo atual presidente da República.

Alianças

No campo das alianças, analistas são quase unânimes em avaliar que haverá grande resistência de siglas de centro-direita a seguir com Doria. A União Brasil, fruto da fusão entre DEM e PSL, teria mais facilidade com Leite, embora converse com Moro.

O fato de Leite ter se assumido homossexual é visto como ativo para roubar votos no eleitorado progressista, mas enfrentará resistências à direita. Nem o governador gaúcho nem o paulista descartaram categoricamente disputarem como vice na chapa do vencedor. E Sergio Moro ainda pode ser vice de um dos tucanos, sobretudo de Doria.

Nomes da velha guarda do partido, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e até Alckmin, sinalizam preferir um diálogo com Lula em algum momento de 2022. FHC já se sentou com o petista para reatar laços. Alckmin, segundo agências e colunistas, é nome debatido até para ser vice de Lula.

Para onde vai o PSDB?

A consultoria Arko Advice, em live promovida na semana passada, ponderou que a provável baixa participação relativa de votantes nas prévias em relação ao número de filiados do PSDB dificulta o trabalho de projeção de um favorito no domingo.

Fontes ouvidas pela Mover dizem que o fato de Doria ter base maior a partir de São Paulo o torna favorito para vencer as prévias, mas há um temor de que sua “traição” a Alckmin em 2018 possa atrapalhar seu desempenho. Doria apoiou Bolsonaro abertamente na disputa, como Eduardo Leite.

Outro fator negativo para Doria seria a percepção de instabilidade. Ele abandonou a prefeitura de São Paulo no meio do mandato para disputar o governo do Estado em 2018, do qual precisará se desincompatibilizar até abril para disputar a Presidência. A candidatura de Leite, na interpretação de muitos tucanos, seria melhor para marcar uma renovação perante o eleitorado.

Texto: Cintia Thomaz e Leopoldo Vieira
Edição: Lucia Boldrini, Renato Carvalho e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Mover

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