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Atualizado há cerca de 1 mês

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Brasília/São Paulo, 13 de dezembro – As eleições de 2022 acontecerão sob a contradição de conter a inflação ou acelerar o crescimento, o que deve elevar a pressão por mais gastos durante e após a disputa.

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, além de aumentar a taxa Selic em 1,5 ponto percentual, deixou contratada uma alta igual para a próxima reunião, quando a referência dos juros do país poderá subir de 9,25% para 10,75% no primeiro trimestre de 2022.

Já o Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia de novembro reconheceu que o crescimento do Produto Interno Bruto deve ser menor neste e no próximo ano, para quando a previsão é de alta de 2,1%. A previsão média dos economistas ouvidos pelo boletim Focus do BC é de crescimento de 0,50% para 2022.

No centro do conflito que oporá Selic versus PIB está a inflação, que vai impondo ao liberalismo econômico disputar seu espaço na agenda. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo vai fechar o ano em 9,26%, abaixo das estimativas do mercado, mas avançou em novembro a um patamar que não é atingido desde 2015, ano pré-impeachment de Dilma Rousseff. Para 2022, o Focus projeta IPCA em 5,02%, acima do centro da meta, de 3,50%.

O ritmo de crescimento da economia pode ser insuficiente para recuperar os empregos e a renda da população, principais fatores que impactam a competitividade eleitoral da aliança entre o presidente Jair Bolsonaro e o Centrão, e que são decisivos para a ascensão da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Assim, se no curto prazo os investidores já parecem ter precificado a inflexão não-liberal do governo, segue aberto o que acontecerá no médio prazo, durante a eleição, e no longo, depois do resultado.

Riscos imediatos

Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, divulgado em outubro, mostrou que o Auxílio Brasil de R$400 não conseguirá arcar com o valor de uma cesta básica nas capitais, já que o menor preço em setembro foi registrado em Aracaju, a R$454.

Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, cerca de 70% da população acredita que a situação da economia é ruim ou péssima, e mais da metade acredita que o cenário piorou nos últimos seis meses.

Os maiores riscos no radar imediato são de um novo ajuste no valor do Auxílio Brasil, reduções artificiais das tarifas de energia e alguma interferência para intensificar a diminuição do preço dos combustíveis.

Bolsonaro ensaia retorno à mobilização de seus apoiadores fiéis com novas críticas ao Supremo Tribunal Federal nesta semana e, em paralelo, acena com bondades à população, como reajuste a servidores.

Já Lula promete aumentar o endividamento para financiar pacotes sociais e de infraestrutura, sem apresentar sua conta, enquanto a terceira via patina em unificar chapa e na tentativa de equilibrar o que agrada o mercado e o que atende as novas demandas sociais.

Ou seja, nada garante que a cena pós-eleitoral terá o liberalismo como inspiração.

Analistas começam a dizer que, a rigor, o centro não é o representante das visões do mercado, mas das soluções moderadas para as tendências sociais.

Dessa forma, o deslocamento dos presidenciáveis ao centro eleitoral pode não precisar passar por gestos ao mercado, mas por alianças com forças conciliadoras, porém adaptadas aos crescentes apelos por poder público.

Texto: Leopoldo Vieira, Machado da Costa e Simone Kafruni
Edição: Renato Carvalho
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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